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Flores

¿Qué flores fui capaz de generar a partir de los dolores?

Qué flores, ¿eh?

Rosas, rosas, rosas

Jazmín del cielo

Jacarandá

Malvones

Rosa china (hibisco)

Y zinnias, por supuesto.

Margaritas, sin duda.

Flores del campo

Flores

Es lo que he sido capaz de generar

Nunca en soledad

Al menos una persona hubo conmigo

Y sigue estando

Nada se hace en soledad

Edad del sol

Sol edad.

Sale el sol en un ratito

Yo no olvidé nada

Sólo que elijo como todo el mundo que sabe lo que le conviene

Recordar lo mejor

Lo que me hace bien

Lo que me anima y me alegra

Por eso las flores

Flores al borde del crepúsculo

Un libro que construyo incansablemente

Y del cual todo forma parte.

Todavía estoy un poco en lo genérico

O no, si sabés ver

Habrás visto también esas florecillas amarillas que crecen en medio del pasto

Son como solcitos

Claveles

Gladiolos

Girasoles.

Identidad

En algún momento todo tiene sentido.

Todo se junta.

Ser y hacer son ya una sola y la misma cosa.

Entonces ya no falta nada.

No hay culpables.

No me culpo por nada ni acuso o condeno a nadie.

Tengo lo que soy.

La historia de uno que no se rompió.

Sigue entero.

Perplejo y admirado frente al existir.

Fascinado con lo que es el amor y la belleza.

El arte como modo de ser.

Pertencimento

Renovação
Silenciosidade.
Sociabilidade.
Estar no mundo desarmado.
Abrir portas.
Saber que sou necessário e necessito das outras pessoas.
Recupero uma sensação de mim.
Pertencimento.
Pertencer a um movimento construtivo reforça meus caminhos e decisões.
Restabeleço a minha integridade, a minha inserção social, a minha inclusão na ação.
Viver volta a ser surpreendente e agradável,  prazeroso. Aventuroso. Tranquilo e sereno.
Saio de prisões em papéis.
Vivo de novo no novo.
Rio mais. Fluo mais. Sou mais feliz. Mais eu mesmo.
Hay más quietud. Más paz.
Hay más lugar.
Más silencio. Más historia. Más presencia. Más arte. Más ternura. Más belleza. Más fe. Más unidad.

Confianza

Siempre supe enfrentar por mí mismo

Todas las circunstancias de mi vida

Las excepcionales y las cotidianas

En todas, siempre hubo a mi lado

Una mano amiga. Por eso confío.

Sigo confiando.

Como ayer

Como siempre.

Supe extender puentes

Abrir caminos.

Era con risas. Con fe. Con abrazo. Con cantos. Con poesía. Con libros. Tendiendo puentes

Llegué hasta aquí.

Así soy

Y sigo.

Construyo libros

Que publicaré, sí, como no.

Centramiento

Vengo centrándome cada vez más en lo que me hace bien. Lo que me da placer, lo que me trae alegría y felicidad. Trato de ir más bien aceptándome. Aceptando mi silenciosidad, en vez de pensar que tendría que decir no sé qué cosas, o defenderme de no sé qué o no sé quién.

Trato de no ir a los encuentros familiares o en general al encuentro de personas, sea en reuniones o donde sea, en la calle, en un comercio, en la academia, prevenido, preparado, como quien va a ejecutar un papel. Trato de insertarme en la acción.

¿Cómo lo que hago se inserta en mi historia de vida? Y sobre todo: ¿De dónde viene mi fuerza? Esta última pregunta me sitúa exactamente en el lugar del placer. El placer de estar vivo. El placer de vivir. Así paso de la mañana a la tarde. Y de un momento a otro.

Respiro hondo. Vivo en comunidad. No estoy solo. En la perspectiva total de mi vida, siento estar habitando una memoria o un conjunto de memorias que me contienen y me guardan. Así voy fluyendo más en el mundo y en la vida.

Aún los conflictos o diferencias terminan por agregarme elementos de integración y aprendizaje. Al aflojar actitudes y prisiones mentales y emocionales, la sensación de placer se va haciendo más bien permanente.

El cuadro colorido que ilustra estas anotaciones, representa los distintos centros energéticos del ser humano, así como las emociones y valores fundamentales de que estamos compuestos.

Después de toda una vida dedicada al arte como forma de ejercicio de la creatividad y de la inserción en la realidad, puedo decir que cada vez me siento más a gusto en el mundo en que vivo, plural y diverso como yo, como todo lo que existe.

Me río más, valorizo más la vida vivida que las interpretaciones o juicios o prejuicios u opiniones o ideologías.

Integración

Ayer y hoy

De ayer a hoy

La fuerza de la vida.

El placer de existir.

El placer de ser.

Esencia.

Imortalidad.

Vengo juntándome.

Insertándome en la acción.

Lo que tengo.

Lo que soy.

Aceptación de mí.

Humanização

O texto a seguir obedece à mesma lógica dos que partilhei dias atrás. Ou seja, se trata de me introduzir nesta rede da TCI, para ir partilhando o que vou conseguindo recuperar e estabelecer em mim mesmo, como modos mais felizes de existência e coexistência no mundo. Este aprendizado se nutre fortemente das rodas de TCI de que participo semanalmente.

Tenho partilhado anotações sobre a experiência de ser parte destas redes da TCI. O apreço encontrado da parte de pessoas que me são queridas, bem como também de outras que ainda não conheço pessoalmente, me reforçou e me reforça ainda mais, no sentimento de que esta é uma prática essencialmente humana, humanizadora. Aqui existimos como gente. Gente que insiste, resiste, não desiste.

A vida é muito curta, como sabemos. O tempo vai passando e o que vai ficando como colheita, como vivência diária aqui neste mundo, são muitas vezes, instantes fugazes que eternizamos. Momentos de partilha e prazer. Crescimento comunitário. Expansão para além dos limites do que tínhamos nos habituado a considerar como válido ou ainda inevitável. A vida desabrocha, floresce, se mostra mais bonita. Revivida.

Venho melhorando os sentimentos a respeito de mim mesmo, o meu existir em família e em reuniões ou encontros sociais. De uma atitude defensiva, quase de fuga, ou agressiva, venho estando em algumas outras que julgo mais positivas. Apertura. Sensação de que sou necessário. Sentir também que preciso das outras pessoas para arejar o meu interior. E assim aos poucos, um sentimento de ser parte e fazer parte, vão me dando a sensação de que sou querido e aceito. Assim, também eu mesmo me aceito e me quero mais.

A vida vai fluindo melhor. Não me sinto tanto como um estranho, alguém que não tem um lugar.

A vida pode ser mais divertida, mais cotidiana, mais natural, menos programada, menos projetada, menos repetitiva, menos monótona, menos mecanizada, mais surpreendente.

Pausa é sobre tudo, suspensão do preconceito. A atitude defensiva. O medo de ser agredido. A capacidade de confiar.

Como é que eu gostaria de ser visto? Luz. Riso. Sobre tudo sorrindo. Inteiro. Pois é. É isso aí!

Tento descansar. Nem sempre consigo. Insônia. Penso demais. Penso sobre tudo. Penso que o pensar excessivo pode vir a ser uma espécie não sei se de fuga ou de esconderijo, ou não sei mais o que. O que sei é que muitas vezes não me deixa dormir. Vou pra lá, vou pra cá. Arranjo preocupações. Sei que não preciso, mas sabe como é. Então escrevo. Leio. Pinto.

O que sei é que muitas vezes toda esta atividade interna, todo este movimento emocional, de sentimentos e reflexões, se traduz em anotações que partilhadas me devolvem um respiro. Por isso insisto.

Viagem no tempo

Leio “Ponciá Vicêncio,” de Conceição Evaristo. Logo de início, fui cativado pela linguagem acolhedora e profunda, a forma como a autora se refere a fatos por vezes dolorosos sem, no entanto, machucar demasiadamente o leitor. Outra coisa que me chamou a atenção, até agora, é como a autora descreve tanto sentimentos como lugares. Nas descrições pormenorizadas dos sentires de Ponciá Vicêncio, pude reviver aspectos do meu próprio estar no mundo, bem como vieram à minha memória um escrito de Jorge Luis Borges (“Sentirse en muerte”) e um outro de Julio Cortázar (“Del sentimiento de no estar del todo”). Me chama fortemente a atenção que a autora apresenta a personagem como alguém que vive em um mundo feito especialmente, ou quase exclusivamente, de memórias e imaginação, desejo, prazer, sonho. Revivi momentos e lugares da minha infância na Argentina. As casas dos meus avôs. As periferias por onde andei aqui na Paraíba. O Ceará. Crateús. Cuité. Viagem no tempo.

Lembrei também de “Cuadernos de infancia,” de Norah Lange, do poema “Para uma versão do I King-O livro das mutações,” de Jorge Luis Borges, e de “Infância,” de Graciliano Ramos.

Infância. O tempo anterior. Quando a morte não era o horizonte. Quando pude enfrentar o medo da guerra lendo, escutando, lendo, pintando, ou melhor, brincando com cores. A arte foi desde o começo, o meu lugar, e continua sendo.

E nestas lembranças todas, lembrei de mim mesmo. Dias atrás foi lembrado o golpe de estado de 1976 na Argentina, que deu lugar à ditadura mais feroz que me tocou enfrentar, mas enfrentei.

Sou capaz. Posso. Os anos passaram, mas essa criança continua aqui. Estou inteiro. Não me quebrei. Não me perdi.

A sociedade continua em boa medida sendo um lugar de negação do humano. Opressão. Medo. Mentira. Enganação. Alienação. Mas a arte continua sendo um espaço de respiro. Recriação. Refazimento. A pausa para prosseguir.

Lembro ter partilhado neste grupo, algo que continua a me admirar. Jorge Luis Borges e Julio Cortázar, expressam e vivem a indistinção entre literatura e vida. Ler e viver. Ler é viver. Escrever é ver. Saber. Ser. Fazer. Vida é escrita.

Continuo sendo argentino. Continuo trabalhando para melhorar o meu estar aqui. O meu relacionamento com as pessoas em volta.

Sou terapeuta comunitário, e isto faz de mim alguém que vive em segurança interior. Por que? Porque celebramos a diferença. Celebramos a vida. Fortalecemos o que une, ao invés do que separa e opõe.

O livro de Conceição Evaristo me trouxe para a estação de trem. Tempo unificado.

Lula: ‘Nós ensinamos uma parte da elite a governar esse país’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, nesta quarta-feira, 25, novas áreas do Hospital da Universidade Federal de São Carlos (SP), que integra a rede federal de ensino e o Sistema Único de Saúde (SUS). Ao lado de ministros e aliados, Lula falou em afastar a possibilidade de retorno da extrema direita ao poder para que o Brasil possa almejar um futuro melhor.

“Nós ensinamos uma parte da elite a governar esse país. Como disse o [Geraldo] Alckmin: é decidir e decidir para quem você quer governar. Quando a gente tem dois bifes na casa da gente, a gente não dá um a mais para ninguém, reparte em igualdade de condições, todos têm que comer”, afirmou.

Lula acrescentou que, na política, a distribuição ocorre da mesma maneira. “O dinheiro que a gente arrecada tem que ser distribuído de forma justa, mas mais justa para aqueles que não têm nada, para aqueles que precisam levantar a cabeça, respirar e comer. É isso que nós fazemos no Brasil”, disse.

Resgate do SUS

Em seu discurso, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, comemorou os números da pasta sob Lula. Padilha contabilizou a quantidade de cirurgias eletivas concluídas pelo SUS em 2025: 14,7 milhões. “Isso é 40%, é importante a imprensa registrar, a mais do que foi feito em 2022, que foi o último ano do governo anterior”, disse, ao comparar a forma com que o ex-presidente Jair Bolsonaro tratou a saúde da população.

“Graças à nova tabela de financiamento que o Agora Tem Especialistas traz, que supera de vez a antiga tabela SUS, reunimos, neste fim de semana, o SUS, quase 1 mil hospitais em todo o Brasil para fazer um verdadeiro mutirão de cuidado, cirurgias e exames das mulheres que estavam aguardando na fila do SUS”, acrescentou Padilha.

A ampliação do HU-UFSCar

 

Entre os novos serviços e estruturas do HU-UFSCar, destaca-se o setor de hemodiálise, com capacidade para 24 posições, sendo 12 posições nesta etapa inicial e 12 posições na segunda fase. O atendimento será de até 144 pessoas que passam pelo tratamento de hemodiálise, 50 pacientes que necessitam de diálise peritoneal e 1.040 consultas ambulatoriais.

Além disso, o Governo Federal entregou 32 novos leitos de clínica médica e cirúrgica, 10 novos leitos de UTI, 10 leitos do Hospital Dia e duas novas salas cirúrgicas que permitirão até 40 cirurgias de grande porte por mês. Assim, o HU-UFSCar passará a contar com 135 leitos ao todo, ampliando a capacidade assistencial e suprindo a demanda de uma região que engloba seis municípios e cerca de 400 mil habitantes.

A ampliação do hospital universitário teve investimentos de R$ 25,6 milhões provenientes do Novo PAC, além de R$ 5,8 milhões pela Rede Ebserh e outros R$ 2,5 milhões por meio de emendas parlamentares.

 

Da Rede PT de Comunicação, com informações do Planalto.

(25-03-2026)