Arquivo da categoria: Memória & Consciência

Toda a era Bolsonaro é desumana: Como pôde ter vez, em quatro anos?

Genocídio Yanomami é a expressão

Do que é a essência neofacista

 

Como pôde tanta gente apoiá-lo?

Garimpeiros em terras yanomami

 

Garimpeiros aos milhares invadem terra

Um exército do mal a ser banido

 

Desta rede ignóbil de fascistas

Fazem parte “cristãos”contra o Evangelho

 

Muita gente instruída – até “cristãos”

Apoiaram Bolsonaro e suas tropas

 

Deste 8 de Janeiro a culminância

Não se devem olvidar seus precedentes

 

Numerosos sinais nos foram expostos

Da barbárie infligida ao Brasil

 

Dos ataques aos Índios e Quilombolas

Às mulheres e aos homossexuais

 

Um desmonte completo contra o povo

No Trabalho, também da Previdência

 

Sobretudo o Trabalho ”intermitente”

Denuncia o caráter das “reformas”

 

O descaso com o SUS, na pandemia

Implicou vasto números de óbitos

 

O orçamento secreto é um ultraje

Contra o nosso tesouro nacional

 

Os ataques em série de Bolsonaro

Têm apoio de altos generais

 

O direito à História prevalece:

Golpe é golpe, não é democracia

 

Petrobras é riqueza da nação

É urgente combater privataria

https://www.youtube.com/watch?v=WwFIdYzBpbw

 

Caldeirão e Canudos nos ensinam

A jamais desistir de nossas lutas

https://www.youtube.com/watch?v=k1FGhelqkjI

 

Formação popular continuada

Nos ajuda a manter a militância

 

Infeliz quem confia em banqueiros

Pelos frutos se conhece seu trabalho…

https://jornalggn.com.br/coluna-economica/as-licoes-do-golpe-da-americanas-por-luis-nassif/

 

Capital se diz técnico, e apolítico

Vira e mexe, os seus feitos vêm à tona

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/banco-central-corrige-dados-cambiais-e-pais-fecha-2022-no-negativo

 

Israel volta à cena do terror

Palestinos seguem sendo as grandes vítimas

https://www.brasil247.com/mundo/acao-genocida-representacao-da-diaspora-palestina-no-brasil-repudia-ataque-israelense-em-jenin

 

João Pessoa, 30 de janeiro de 2023

Sintonía fina

Llegar primero. Empezar el día cuando empieza para mí, no cuando se supone que debería empezar. Empezar porque quiero. Porque me gusta. Porque me hace bien. Son razones suficientes para ir abriendo espacio.

¿Y qué hacer a estas horas? Recuperar la propia agenda. La capacidad de actuar. Decidir. Hacer. ¿Qué hacer? Lo que estoy haciendo. Escribir. Publicar. Compartir. Sembrar. Seguridad y esperanza. Me he dado cuenta de que la seguridad es imprescindible. Saber qué es lo que está pasando. Seguir mi propio ritmo.

Ya pasó el tiempo en que debía mantenerme a la defensiva contra la mediocracia de turno. La gente envidiosa que anda por ahí tratando de serrucharte el piso. Ya hace tiempo que digo lo que quiero. Lo que me parece valioso. Lo que veo. Lo que hace bien. Lo que voy descubriendo de mí y del mundo.

Este conocimiento de primera mano, experiencial, nunca es solamente personal. Es comunitario. Compartido. ¿Qué me hace bien? ¿Qué me alegra? Ser dueño de mi tiempo. Por eso es que me aferro con uñas y dientes a estas horas tempranas del día. Es cuando todo es posible. Cuando puedo ser sin concesiones ni restricciones.

Es un viejo hábito que mantengo. A la altura de mí mismo en que me encuentro, sin embargo, no tengo más remedio que acostumbrarme a la cogestión. La coparticipación. La complementariedad. Así es como uno crece. Voy más lejos abriendo espacio para lo que ve alguien que está muy cerca y que ve lo que yo no veo. Entonces gano fuerza.

Me expando y crezco. Aparezco. Cuando hago lo que me hace bien, me siento bien. Es muy simple. Por eso es que insisto en hacer lo que me hace bien. Un paseo. Un contacto con alguien querido.

Un libro. Un cuaderno. Unas anotaciones. Ir buscando lo que he ido descubriendo de mí, y que me pone a tono conmigo mismo. Sintonía fina. Así voy más allá de limitaciones que por ahí me impiden de moverme.

Ministro da Educação anuncia reajuste de 15% no piso nacional dos professores

O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 neste ano. “Valorização dos profissionais de educação é fator determinante para o crescimento do país”, defendeu Camilo Santana

O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 em 2023, um reajuste de 15% em relação ao piso do ano passado, que era de R$ 3.845,63. A portaria com o novo valor foi assinada nessa segunda-feira (16) à noite pelo ministro da Educação, Camilo Santana.

“A valorização dos nossos profissionais da educação é fator determinante para o crescimento do nosso país”, escreveu o ministro, ao anunciar o novo valor do piso dos professores nas redes sociais.

O piso nacional do magistério representa o salário inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio. O valor considera uma jornada de 40 horas semanais na modalidade normal de ensino.

A cada ano, o piso do magistério deve ser corrigido pelo crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, estabelecido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para 2023, o Fundeb estabelecia o reajuste de 15% no valor.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Rede Brasil Atual

(17/01/2023)

Justiça determina recontratação de médicos cubanos atacados por Bolsonaro

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou, nesta sexta-feira (27), a recontratação dos médicos cubanos que atuavam no programa Mais Médicos. A informação foi revelada com exclusividade pela CNN Brasil.

A decisão foi assinada pelo desembargador Carlos Augusto Brandão Pires e atendeu a um pedido da Associação Nacional dos Profissionais Médicos Formados em Instituições Estrangeiras e Intercambistas. O governo federal terá que cumprir a decisão judicial.

A determinação autoriza a recontratação de 1789 médicos cubanos que faziam parte da 20ª turma do Mais Médicos no Brasil. Em 2018, eles precisaram interromper a atividade no Brasil após Cuba decidir sair do programa por causa das “declarações depreciativas e ameaçadoras” feitas por Jair Bolsonaro, na época presidente eleito do Brasil.

:: Substituto de Mais Médicos, Médicos pelo Brasil ficou três anos engavetado por Jair Bolsonaro ::

Bolsonaro afirmava que iria revisar os critérios do programa, ameaçando aplicar um teste capacidade e rever o formato de remuneração dos profissionais. Durante a campanha presidencial em 2018, ele acusava o programa de ser um fonte de financiamento do governo cubano e que Cuba explorava os profissionais recrutados pelo programa.

Na decisão, o desembargador entendeu que a recontratação tem uma dupla finalidade: atender às necessidades do próprios médicos, que foram afastados de familiares aqui no Brasil, e às demandas sociais do país, que ainda tem problemas com a assistência médica. Para justificar este argumento, ele citou o caso dos Yanomami,  que vivem uma profunda crise nutricional e sanitária.

Em declaração publicada pela CNN, o magistrado afirmou que “os médicos cubanos então contratados, e agora frustrados na recontratação, encontram-se em contexto que lhes restringe o mínimo existencial, por inação exclusiva da União, com ofensa direta a estatutos de direitos humanos, já internalizados no Brasil. Cabe ressaltar que questões humanitárias também se materializam em torno do núcleo familiar dos profissionais envolvidos. Mostra-se evidente a quebra de legítima expectativa desses médicos, que, em sua ampla maioria, já constituíram famílias em solo brasileiro”

Criado em 2013, durante o governo da presidenta Dilma Rousseff, o Mais Médicos tinha o objetivo de levar cobertura médica para regiões até então com baixa assistência ou serviços de saúde precários.

:: Vacinação, Farmácia Popular, Mais Médicos: os planos da Saúde para os primeiros 100 dias ::

Em 2017, o Supremo Tribunal Federal validou a execução do programa no Brasil e autorizou a dispensa de validação do diploma de estrangeiros para atuar no Mais Médicos.

“Não se pode deixar de reconhecer que o programa reflete um especial esforço do Governo Federal, com apoio de Estados e Municípios, em proporcionar acréscimos de médicos no âmbito de geográficas caracterizadas por escassez ou mesmo ausência desses profissionais”, afirmou o desembargador, em declaração divulgada pela CNN Brasil;

“Há questões humanitárias levantadas nos autos a exigir posicionamento judicial neste momento. Em todo esse contexto de inação pública, com a interrupção do Programa Mais Médicos, atinge-se, principalmente, as camadas mais vulneráveis da população. Não se pode negar que esse programa prioriza a ocupação de vagas nos municípios mais carentes, inclusive com a função de combater os efeitos deletérios da pandemia do coronavírus.”, completou o desembargador.

Edição: Douglas Matos

Fonte: Brasil de Fato

(28/01/2023)

Retalhos

O que nos une: sentimentos. A vida não pode ser abolida. Não é abolida

Volta a vida cada vez que parece ida

Não estou só

Estou integrado afetivamente

Celebro a minha voz.

Eu faço parte da história deste país

Dois países e mais

Uma história mínima, se se quer, ou máxima

Tristeza, raiva, medo, frustração por sonhos abandonados

A vida é um pouco, não um muito.

É um pouco que é tudo.

É uma beira

Meu Jesus das ruas e das beiras

É breve, e é tudo nessa brevidade

Vou catando pedaços de mim ao te ouvir, ao ver.

O que é que a morte não levou do meu pai?

Ser ele mesmo.

(04/02/2022)

Ilustração: “O tecido do universo”

A força do voto

O nosso voto salvou
crianças Yanomami
da maldade de um infame
que muitas delas matou:
desde que as relegou
à fome e à desnutrição,
movido pela intenção
cruel e deliberada
de tê-las exterminadas
como etnia, nação.

Martim Assueros
27/01/2023