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Ministro da Educação anuncia reajuste de 15% no piso nacional dos professores

O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 neste ano. “Valorização dos profissionais de educação é fator determinante para o crescimento do país”, defendeu Camilo Santana

O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 em 2023, um reajuste de 15% em relação ao piso do ano passado, que era de R$ 3.845,63. A portaria com o novo valor foi assinada nessa segunda-feira (16) à noite pelo ministro da Educação, Camilo Santana.

“A valorização dos nossos profissionais da educação é fator determinante para o crescimento do nosso país”, escreveu o ministro, ao anunciar o novo valor do piso dos professores nas redes sociais.

O piso nacional do magistério representa o salário inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio. O valor considera uma jornada de 40 horas semanais na modalidade normal de ensino.

A cada ano, o piso do magistério deve ser corrigido pelo crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, estabelecido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para 2023, o Fundeb estabelecia o reajuste de 15% no valor.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Rede Brasil Atual

(17/01/2023)

Uma nova aldeia indígena no contexto urbano

Queridas irmãs e irmãos,

Aqui no grande Recife, neste início de janeiro, a novidade maior foi que irmãos e irmãs indígenas de vários povos que viviam na área urbana de Recife decidiram se juntar, ocupar um terreno que estava desocupado e dar assim início a um território que pode ser uma reserva indígena para os muitos/as indígenas que viviam na diáspora nesta região metropolitana. 

Desde o início de janeiro, 60 famílias pertencentes a vários povos originários do Nordeste, Brasil e Abya Ayla ocuparam um terreno próximo ao antigo engenho Monjope no município de Igarassu (norte do Estado de Pernambuco) mais ou menos a 30 quilômetros da capital. O terreno pertence à prefeitura e esta não quer ceder o terreno aos índios e já obteve a liminar de reintegração de posse contra a comunidade.

A retomada é formada por membros de vários povos indígenas que promoveram uma “emergência étnica” e formaram o povo “Karaxuwanassu”, assim como se organizam através da “Associação dos Povos Indígenas em contexto urbano” (ASSICUKA). Além de muitos dos povos originários de Pernambuco há várias famílias do povo Warao que vieram da Venezuela e também participam dessa reserva indígena que precisa da nossa solidariedade e do nosso apoio para se manter e ver seus direitos de existência respeitados.

A comunidade se organiza de acordo com as culturas e tem um conselho presidido por uma liderança escolhida por todos, liderança política (cacica) e liderança religiosa (pajé).

O que podemos fazer para apoiar?

1 – Penso que, antes de tudo, divulgar essa notícia e manifestar apoio popular para que da noite para o dia a prefeita não possa cumprir sua ameaça de despejar a todos e todas da área.

2 – Seria bom articular grupos de apoio nas diversas áreas. No campo político, jurídico e principalmente popular.

O nosso contato é através de Daniel Ribeiro, jovem advogado do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) que está acompanhando a comunidade (Telefone e zap 81 – 9 8198941-1441).

(21/01/2023)

Um lado

De que lado você está? Para mim sempre houve e há um único lado. Estou do lado daquelas e daqueles que constroem cada dia um mundo melhor.

Do lado de quem age por uma humanidade que seja respeitada e respeitadora da dignidade da vida.

Do outro lado, escondidas e escondidos sob máscaras ora “liberais” ora qualquer outro rótulo indefinível, estão as que odeiam a humanidade e trabalham pela destruição.

A vida é muito curta. Não tenho tempo de combater quem está do lado da morte. Polícia e justiça. Educação. Isto deve ser suficiente para encurralar e conter essa manada.

Depois de seis anos de fascismo no Brasil, o que restou é um suspiro. Uma esperança que renasce do que restou de um projeto assassino e canalha, covarde e vil.

Devem ser julgados e punidos os crimes do fascismo.

Justiça já!

Não é direito

Atacar prédios públicos

Desconhecer o resultado das eleições de 30 de outubro de 2022

Pedir ditadura

Fazer apologia da tortura

Não é certo nem é direito. Não é justo, e é punido pela lei, ou deveria

Caso houvesse justiça

Justiça é uma decisão, são ações, não declarações, não declamações

Foram 10 anos de minuciosa destruição do tecido social

Agressões à Presidenta Dilma Rousseff que ficaram impunes

Ataques a Lula que o levaram para uma prisão injusta

10 anos de minar as bases da sociedade

Não são manifestantes, não, não, não!

São nazifascistas!

Deve haver defesa da democracia, ou este inferno não terá fim

Não é justo. Não é certo.

Como se combate o nazi-fascismo?

Julgando e punindo os crimes contra a humanidade.

Sem punição os crimes tendem a se repetir

É imprescindível, é justo e necessário, que a justiça julgue e puna todos e cada um dos atentados contra o estado democrático de direito cometidos nestes últimos 10 anos.

Limpar a casa é preciso.

Direito é necessário.

Leis são para serem cumpridas!!!!

Impunidade nunca mais!

RJ cria primeiro centro de acolhimento e cidadania para imigrantes na cidade

A partir deste sábado (7), os imigrantes que escolherem o Rio de Janeiro como lar passarão a contar com um centro de acolhimento e cidadania, o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), localizado na Gamboa, região central da cidade. 

O local foi criado a partir de uma parceria da Prefeitura do Rio com a Community Organised Relief Effort (Core), uma organização sem fins lucrativos fundada pelos atores hollywoodianos Sean Penn e Ann Lee para atuar em diversos países e populações em situação de vulnerabilidade.

Leia também: Papo na Laje: “Ser tratado diferente pelo tom da sua cor choca”, dizem imigrantes africanos

A nova casa funcionará em um espaço cedido pela prefeitura, no segundo andar do Mercado Popular Leonel de Moura Brizola, prédio do município na rua Bento Ribeiro 86, perto da Central do Brasil. Coube à Core reformar e adaptar as salas para o Crai.

O centro, primeiro voltado a imigrantes na cidade, tem por objetivo oferecer abrigo temporário, assistência social e jurídica.

Atualmente, a Prefeitura do Rio de Janeiro não sabe quantos imigrantes moram na cidade, como vivem e de onde vieram. Uma das principais dificuldades encontrada pelos imigrantes é explicada em parte pela falta de documentos, como um CPF, que causa limitações para direitos trabalhistas e até mesmo para atendimento no SUS.

O Crai vai funcionar de segunda-feira das 9h às 18h e, no sábado, das 9h às 15h.

Fonte: Brasil de Fato Rio de Janeiro

Edição: Mariana Pitasse