Lancei minhas poesias ao vento, /Com as mãos leves e em silêncio. /Elas me deixaram e partiram, /Grudaram nas folhas das árvores, /Nas janelas das casas, /Nos vidros dos carros; /No colo do Luiz, /No bico do pássaro, /Na bolsa de Thaís.
versos
Ele é o Sol que ilumina minha vida / Às vezes é um vento que me arrepia / Metamorfoseia-se e me incendeia / É um fogo que me deixa renascida
Pataquara era um pássaro do Seu Ziquezira / Ninguém sabia direito que pássaro era, / Se papagaio, cacatua, arara. / Mas o bicho tinha um colorido especial / Meio verde, vermelho, meio branco / Às vezes rosado, com penacho azul sem igual.
A tarde sangra / Na terra sofrida, / Silenciosa e triste. / Desesperadamente, / Tenta sobreviver / Aos ataques inescrupulosos, / Enquanto os homens / Com sua ganância e sede… / A desnudam sob o pretexto do progresso.
Felismina tinha um sonho /De um dia ser modelo, /Costumava se enfeitar /Com uma fita no cabelo, /Tinha um receio medonho /De que um dia o seu sonho /Se tornasse um pesadelo.
“N Coisas” acontecem /no Caminho do FAZER; /Grande ênfase é dada /na Caminhada do TER; /mas, /quando caminharemos /em busca do nosso SER?…
Esses dias, recebi de Alder Júlio Ferreira Calado o seu livro “Florilégio de estrofes da poesia sertaneja”, lançado em 2009 pela Edições Buscas.
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Sem negar sérios riscos do contexto É preciso manter a coerência O Governo cada vez mais apostando Numa firme aliança com o Centrão A despeito da retórica “esquerdista” Firma acordos com figuras da Direita Os…









