E foi aquele auê, no Karaokê do Kauê! /Se estivesse por lá, o que faria você?… /Kauê abriu na cidade um alegre Karaokê, /alguns, muito satisfeitos, se divertem pra valer; /outros, bem contrariados, dezem que é bundalelê.
Cultura
Expoente do modernismo e militante comunista, Di Cavalcanti, alma brasileira na arte moderna, fez da pintura um instrumento de interpretação da realidade social do Brasil.
Para confundir os “Sábios”, / Deus envia os “Pequeninos”; / Para destruir “Gigantes”, / prepotentes e arrogantes / vêm os “Davis” meninos.
Karma é causa e efeito /de uma ação praticada, /que pode ser desastrosa, /quando mal-intencionada. /Foi o que aconteceu /com a jovem Karolina, /que fingia ser amiga /da pobrezinha Karina.
… se ferida outra vez, /quem sabe, talvez… /para morrer… despertaria, … /de luto se cobriria /- a pérola negra – /que sepultada ficaria… /Na concha escondida, /no abismo sombrio… /… do fundo do mar!
O lado Bóreas do Ser /leva tudo a se perder. /Sendo assim, nós desejamos /que o lado Zéfiro da Vida /possa, então, prevalecer. /Quem terá maior espaço? /Quem será que vai vencer?
Foi uma guerra renhida, /De mentira contra verdade, /De preconceito contra respeito, /De intolerância contra liberdade. /As notícias falsas vinham /Como flechas pelo ar, /Mas havia dez milhões de escudos /Para a democracia guardar.
É peleja de barbárie / contra civilização; / uma floresce no joio / e a outra na educação. // E ao chegar o fim do dia, / sob a sombra de uma flor, / quero cantar Bella Ciao / e me lambuzar de amor.
O que o documentário Naza – dirigido por Yuval Abraham e Rachel Szor – nos ensina sobre a amoralidade que brotou das urnas brasileiras. Naza significa danos colaterais, deriva de Nezek Agavi (נזק אגבי), termo usado no exército israelense para identificar o número de civis que vão morrer num ataque planejado.









