As estruturas da comunicação digital, antes associadas à liberdade e à democratização, revelam hoje seus limites e as incertezas quanto ao futuro.
Mídia
Imagens feitas pela Artemis 2 podem não mostrar o degelo da Antártida, mas lembram que nosso planetinha é único.
O que se oferece ali não é apenas narrativa. É um ambiente projetado para tensionar pessoas até o limite, extrair reações extremas e converter tudo isso em valor comercial.
A psicóloga cearense está desaparecida há 4 semanas. Polícia encerrou buscas físicas, e familiares de Vitória Barreto buscam financiar investigação particular.
Entre o PowerPoint que omite nomes da direita e o público do BBB que rejeita os favoritos da produção, a emissora ensaia um reposicionamento comercial que ameaça o que ainda lhe resta de credibilidade jornalística.
Paulo Pimenta apresenta Relatório da Maioria na CPMI do INSS, que pede o indiciamento de 201 pessoas, entre elas do ex-presidente e de seu filho Flávio Bolsonaro.
Após estrondosa repercussão negativa entre imprensa independente, ex-jornalistas da emissora, mundo político e nas redes sociais, GloboNews reconheceu que arte gráfica não condizia com a verdade.
Depois de passar um final de semana inteiro divulgando nacionalmente informações falsas, omitindo nomes e levando seus telespectadores a acreditarem que contatos institucionais eram contatos de criminosos, a GloboNews “pede desculpas”.
O maior inimigo desse país não é o bolsonarismo, as tarifas do Trump ou a oposição na Câmara dos Deputados, é cair na real. Nunca foi a internet, mas a velha credulidade humana, agora equipada com 5G e pacote de dados ilimitado.









