A Festa do Chapéu transformou a chegada da primavera em uma celebração da união feminina e do compromisso coletivo com a transformação social.
O embate eleitoral opõe um projeto de fortalecimento democrático e inclusão social a um modelo pautado pelo Estado mínimo, privatizações e autoritarismo punitivista.
Num tempo de tanta Pressa e Urgência, /tirar toda Máscara não é Emergência? /Onde está meu Eu? Onde está meu Ser? /Onde me encontrar, pra não me perder?
Quando se estende a tarde -e estamos vivos- / E os olhos que nos bebem não encantam / Somos torpedos, balas, decadência. / E Caravaggio não moldou meu rosto.
O embate central da peça orbita em torno do dilema crucial que acompanhou a humanidade ao longo de eras: a existência de Deus, a origem da moralidade e a natureza do sofrimento humano.
Faltando 21 dias para o primeiro turno, com as revelações sobre o escândalo do Banco Master finalmente vindo todas à tona, o cenário está claro.
Trazer o contexto da época, a importância da atuação de mulheres que naquele momento foram capazes de romper com práticas e subjetividades impregnadas pelo patriarcado sexista e racista.
Contra o sequestro do porvir imposto pela direita, a tarefa da esquerda é transformar novamente o futuro em um território de luta e desejo coletivo.
Washington e Moscou /em Apolo-Soyuz, / possuídos de luz, /deixam a Terra /esquecendo a guerra /Apolo-Soyuz… / acopladas, fazem jus /ao compromisso, afinal, /de – paz Mundial!









