Depois de apostar em Flávio e perder, Faria Lima cobra de Lula o programa derrotado nas urnas. Ceder seria repetir 2015 diante de um Congresso mais hostil. Possível saída: nova PEC da Transição votada este ano, e imposto sobre os super-ricos que pague o programa eleito.
A “polarização” é um falso argumento que só beneficia a extrema direita e é inerente às mais variadas formas de fascismo; polarização não existe, o que de fato existe é ameaça existencial.
Expoente do modernismo e militante comunista, Di Cavalcanti, alma brasileira na arte moderna, fez da pintura um instrumento de interpretação da realidade social do Brasil.
Presidente chora ao falar das cenas de velhinhos votando em cadeiras de rodas e macas, e diz que o resultado de domingo foi uma lição aos poderosos que não querem inclusão social.
O roteiro parece filme policial. Na trama, uma produção cinematográfica serviria de fachada para movimentar milhões de Vorcaro, dono do Banco Master, por meio de um fundo imobiliário nos Estados Unidos, inativo havia cinco anos.
Para confundir os “Sábios”, / Deus envia os “Pequeninos”; / Para destruir “Gigantes”, / prepotentes e arrogantes / vêm os “Davis” meninos.
A compreensão do resultado eleitoral exige considerar a combinação entre rejeição política, identificação ideológica, desejo de mudança e prioridades econômicas, enquanto os desafios do próximo governo reforçam a importância da mobilização popular.
Não sou cientista política, especialidade das ciências humanas que reputo das mais complexas, mas quero dar meu pitaco sobre este turbilhão que atravessamos desde o dia 4 de outubro.
Entre os episódios citados está a desativação, em 23 de setembro, da conta de anúncios da campanha de Lula no Facebook, 11 dias antes do primeiro turno.









