No segundo turno, as ruas deram nova vida a uma campanha antes cinzenta. Tudo muda, agora. Se vencermos, Lula precisará apoiar-se nas maiorias, e fazer as mudanças de rumo necessárias. No pior caso, haverá oposição ferrenha a Flávio.
Aumento de 700 mil mortes evitáveis em 20 anos. Demissão de milhares de trabalhadores da saúde pública. Desfinanciamento de programas essenciais, como o Farmácia Popular. Economistas alertam para riscos do corte de R$250 bilhões que propõe a extrema direita.
A direita brasileira aderiu de maneira majoritária às concepções autoritárias de sociedade e de Estado, arrastando consigo uma perigosíssima base de massas alinhada ao Partido Liberal que abriga no seu interior o neofascismo.
Flávio Bolsonaro chamou o programa de “bolsa-farelo” e apagou os posts. Sua coordenadora econômica fala em “prisão assistencialista”. Antes de votar, vale olhar o que vinte anos de pesquisa dizem.
O plano de governo do senador Flávio Bolsonaro pode ser resumido como um verdadeiro DDD: Desvincular despesas obrigatórias do salário mínimo; Desindexar gastos e orçamentos da inflação; Desobrigar despesas obrigatórias nas áreas de saúde e educação.
É preciso compreender a nova geografia do voto. Estudo analisa resultados eleitorais dos municípios a partir de critérios de vulnerabilidade, dependência econômica e tipo de trabalho. De onde vêm os eleitores de cada candidato? Onde Lula perdeu espaço? E quais as estratégias para vencer?
Ao ocupar as ruas, a juventude contesta a ideia de que uma vitória bolsonarista seja inevitável. O medo não desaparece, mas passa a encontrar uma resposta coletiva.
A partir de histórias familiares, experiências no serviço público e uma fábula sobre a extrema direita, o autor defende um voto baseado na razão, na análise das propostas e na proteção dos direitos sociais.
Ex-deputada concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Leonardo Attuch, exibida na TV 247.









