Fala do ministro que sugere complacência em caso de ataque dos EUA naturaliza a cultura militar brasileira. Ela nunca considerou hipótese de um conflito com Washington.
Brasil
Cercada de perguntas, a tese que culpava apenas o trabalhador desmoronou: a produtividade não reside numa única variável, mas num emaranhado de máquinas, investimentos e escolhas estratégicas.
Condições precárias levam trabalhadores a escolher o “menos pior”. Planos de saúde pagam R$ 15 por sessão. Clínicas extorquem por salas de terapia. Qualidade das ocupações definha.
No Nordeste, a gente aprende cedo a olhar o céu. A cor e a forma das nuvens, o silêncio dos bichos, o som dos pássaros, o vento que muda de direção, os redemoinhos que levantam as folhas e a poeira antes da chuva.
Brasil, enfim, acorda para a necessidade de investir em Defesa. Não precisamos deixar de ser país pacífico. Mas, como mostra o Irã, é possível resistir a uma guerra assimétrica – mesmo sem armas nucleares.
A era da intimidação econômica e digital exige que a esquerda trate a Defesa como pilar inegociável da soberania e da própria democracia brasileira.
Levar a Lei Maria da Penha aos jovens significa trabalhar pela transformação antes que a violência aconteça. Significa ensinar meninos e meninas que amor não combina com agressão, controle, humilhação ou medo.
O Brasil também tem os seus cipaios. Não perde para a Argentina. O candidato Flávio Bolsonaro, por exemplo, em matéria de traição, não fica nada a dever a Javier Milei.
Serra da Cantareira preserva uma das maiores áreas de Mata Atlântica em meio à maior cidade do hemisfério sul e abriga biodiversidade rara próxima ao ambiente urbano.








