O paradoxo da crítica acadêmica: a rejeição da meritocracia para explicar as desigualdades sociais e o seu uso conveniente para justificar a hegemonia progressista nas universidades.
Redação
Cenas de um império em colapso. Trump projeta Washington em conflito fracassado, mas os lucros das corporações que o rodeiam disparam. Como a luta de classes explica as decisões insanas. Por que a Europa submete-se, até o abismo.
Ainda pouco conhecida no Brasil, a obra de Günther Anders é examinada neste livro com uma precisão conceitual que não deixa de lado a poesia de sua prosa e a experiência radical que a constitui.
O silêncio que ecoou pelo ecossistema intelectual planetário com a partida de Edgar Morin, aos 104 anos, encontrou uma ressonância dolorosa e profunda nas veredas e na intelectualidade do Nordeste brasileiro.
O apresentador-bilionário “do povão” insurge-se contra o Bolsa Família. O presidente do BC, indicado por Lula, abraça os juros obscenos. O ministro da Fazenda alia-se à Meta.
Escândalo que envolve Dark Horse, filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro à presidência, revela muito sobre a natureza da semiótica bolsonarista — e seu desprezo não só pela verdade, como pela própria realidade.
Programa criado para ampliar acesso da população a medicamentos essenciais foi ameaçado pelos cortes orçamentários durante governo Bolsonaro.
Depois de passar do sertão à fábrica e à luta por direitos, país mergulhou na era do trabalho fragmentado e dos conflitos sem projeto. Rendeu-se à agroexportação e ao algoritmo.
No final do século 18 deu-se a revolução política que transferiu o poder de mandar na sociedade dos reis, príncipes e da nobreza para os cidadãos, que foram considerados iguais perante a lei.









