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Revista Consciência | Diário fundado em 13 de maio de 2000
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Diário fundado em 13 de maio de 2000

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Anna Lúcia Gadelha

A Última Sessão de Freud

por Anna Lúcia Gadelha em 24 de setembro de 202622 de setembro de 2026

O embate central da peça orbita em torno do dilema crucial que acompanhou a humanidade ao longo de eras: a existência de Deus, a origem da moralidade e a natureza do sofrimento humano.

Conversa com a Natureza

por Anna Lúcia Gadelha em 17 de setembro de 202615 de setembro de 2026

— E tu, Lua mansa que velas a noite escura, / Como suportas a ronda de tanta solidão? / A Lua sorriu na sua branca e serena altura: / “Eu guardo os sonhos que dormem no teu coração.”

Essência

por Anna Lúcia Gadelha em 20 de agosto de 202619 de agosto de 2026

Entrego-me inteira, em rios de afeto, /ofereço o peito como abrigo e cais, /desenho abraços onde cabem mais /e busco na entrega o meu porto exato.

A Arte de Poetizar

por Anna Lúcia Gadelha em 6 de agosto de 2026

Poetizar é mais que um simples canto, / É converter o efêmero em esplendor; / É transformar o pranto em acalanto, / E fazer do silêncio um trovador.

Entrega

por Anna Lúcia Gadelha em 5 de agosto de 20265 de agosto de 2026

Quase madrugada / Dispo-me dos medos / Entrego-me sem segredos / Amanheço feliz e alada // Sinto teus afagos / Suaves e erotizados / Atiçando meus sentidos / Sussurando nos meus ouvidos

Arquitetura do Avesso

por Anna Lúcia Gadelha em 29 de julho de 202628 de julho de 2026

Vivo no avesso do que esperam, /com a alma inquieta de quem não se cansa: /sou o caminho que eu mesma invento, /sou a própria busca… e a própria dança.

Pôr do Sol em João Pessoa

por Anna Lúcia Gadelha em 26 de julho de 202624 de julho de 2026

O Bolero se cala, o sol desaparece, /Mas a magia desse instante, jamais se esquece. /O pôr do sol em Jampa, ao som de Ravel, /É a arte perfeita, num quadro de mel.

Além do Olhar

por Anna Lúcia Gadelha em 14 de julho de 202613 de julho de 2026

Muitas vezes, o mundo, em sua pressa desmedida, tenta transformar a vivência em obsolescência, confundindo o valor de um ser humano com a marca que o relógio deixa na pele.

Ele

por Anna Lúcia Gadelha em 4 de julho de 20264 de julho de 2026

Ele é o Sol que ilumina minha vida / Às vezes é um vento que me arrepia / Metamorfoseia-se e me incendeia / É um fogo que me deixa renascida

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Descarte ou chegança?
Por Rolando Lazarte

Relato da Primeira Jornada da XVI Semana Teológica Pe. José Comblin, por Alder Júlio Ferreira Calado

A Fumaça no Ar e o Nó na Garganta, por Anna Lúcia Gadelha
A Torre de Genebra, por Martim Assueros Gomes
Quimeras, por Ana Amélia Guimarães
Aos 26, presente, por Gustavo Barreto

“Um povo ignorante é instrumento cego de sua própria destruição.”
Simón Bolívar

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