O paradoxo da crítica acadêmica: a rejeição da meritocracia para explicar as desigualdades sociais e o seu uso conveniente para justificar a hegemonia progressista nas universidades.
Opinião
Um socialismo que admita a participação dos mercados, mas não dos capitalistas, pode proporcionar o desenvolvimento humano sem as armadilhas das economias totalmente planificadas.
A conversão do saber em ativo mercantil e o desafio de preservar a reflexão crítica em um sistema educacional pautado pelo desempenho e pela produtividade.
A inversão ontológica do capitalismo que transmuta relações humanas em nexos materiais entre coisas e subordina a agência dos indivíduos à lógica autônoma do valor.
Os nomes mudam, os rituais também, mas a busca é a mesma: compreender a existência, aliviar o sofrimento, encontrar esperança diante da dor e do medo.
Em abril, um grupo de 53 professores e pesquisadores de diferentes universidades brasileiras se reuniu no Centro Maria Antonia, na USP, e produziu o manifesto “Em defesa do pluralismo e da liberdade acadêmica”.
O que devemos esperar para os próximos 26 anos da Revista Consciência?
Ausência de um horizonte político e material ameaça mergulhar a juventude em individualismo e consumo vão. Como resgatar a dimensão do sonho, e restaurar a noção de que é possível transformar o mundo?
Em áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) cobrou o dono do Banco Master por pagamentos atrasados para a produção. Depois, o senador confirmou ter pedido dinheiro.









