Dentre tantos Servidores, um grande nome surgiu: / a Serva Maria Milza, no Nordeste do Brasil. / A Mulher da Caridade, todo mundo assim a viu.
Vera Periassu
A cada sofrimento atroz, / os sinos dobram por quem?… / Poetas já nos disseram: / Por mim, por ti, por todos nós. // Dobram por mim e por ti, dobram pelo Mundo inteiro e dobram por todos nós.
— Salva-me, Senhor, estou a naufragar! /Não posso ir além, no Mar desta vida /eu vou afundar! //– Seu medo é de quê?… Pode me dizer? /Qual é o seu medo?… /Fale para mim!
A Fome do Povo não é só de Pão! /Homens de pouca Fé! Um dia vão entender: /o Milagre sempre acontece /na fraterna e real Comunhão!
Lua, sempre aponta para a Noite; / Sol, a manhã sempre anuncia! / Quanto tempo de Escuridão teremos, / ofuscando a Luz que irradia?…
Neste Tempo Pascal, tenho meditado a respeito do diálogo entre Jesus e Nicodemos, um dos chefes dos judeus, fariseu e bastante conhecedor das Sagradas Escrituras.
O início do Ano Litúrgico da nossa Igreja, ao qual denominamos Advento, é o tempo de espera e preparação para a chegada de Jesus, um período bastante favorável de renovação interior.
“Façam tudo o que Ele disser.” Nesta passagem do Evangelho de João (Jo 2, 5), Maria, de forma simples e discreta, orienta os servos a fazer tudo o que Jesus mandar.
“Eu deixo para vocês a paz, Eu lhes dou a minha paz. / A paz que Eu dou para vocês não é a paz que o mundo dá.” / Jo 14, 27









