Pegou as malas, fechou a porta, sumiu e ninguém mais o viu. / E as novas estações vieram, / Trazendo mais flores belas / Para o jardim de Florisbela: / Rosa, roxa, azul, alaranjada e amarela.
Ana Amélia Guimarães
O jardim de Florisbela, /Não é como os jardins de Monet, /Nem os campos floridos de Van Gogh, /Mas possui as cores da aquarela: / Rosa, roxa, azul, alaranjada e amarela.
O convite era para viver, dançar e soltar a alegria. A chegada foi gloriosa: fomos recebidos com uma taça de champanhe em um local bonito, aconchegante, bem decorado, espelhado — um fino ambiente.
Lancei minhas poesias ao vento, /Com as mãos leves e em silêncio. /Elas me deixaram e partiram, /Grudaram nas folhas das árvores, /Nas janelas das casas, /Nos vidros dos carros; /No colo do Luiz, /No bico do pássaro, /Na bolsa de Thaís.
Seus sonhos não são meus sonhos / Se juntos estamos em caminhos diferentes / Lado a lado cada qual para o seu lado / Nesse compasso te vendo
Passamos um pelo outro. / Um leve sorriso. / Nossas mãos se tocaram. / Não paramos, seguimos caminhos diferentes. / Nunca nos esquecemos.
Parabéns ao nosso país por ser o maior produtor e exportador de café. A todos os apreciadores do cafezinho, meus cumprimentos, desde as pessoas mais simples às mais abastadas.
Pataquara era um pássaro do Seu Ziquezira / Ninguém sabia direito que pássaro era, / Se papagaio, cacatua, arara. / Mas o bicho tinha um colorido especial / Meio verde, vermelho, meio branco / Às vezes rosado, com penacho azul sem igual.
Arbustos chorosos, desgastados e retorcidos / Revelam abandono, revolta, aridez / Miram o estrelário, implorando / A Terra Prometida, a Terra Santa / Da paz, da união, da fartura, do amor / Etérea, celeste, vem para ajudar / Findando esse ciclo de pranto e dor.









