Em ensaio baseado em palestra no CORECON-SP, o economista Paulo Nogueira Batista Jr. examina os cenários de um quarto mandato de Lula e de um eventual governo Flávio Bolsonaro, com destaque para a autonomia estratégica, as terras raras e a disputa pela influência sobre a América Latina.
C&T
A inteligência artificial repete a história das tecnologias lançadas antes de estarem prontas, e desta vez o casco carrega a humanidade inteira.
“Pessoal, precisamos espalhar este vídeo para todos os brasileiros, de esquerda, de direita, de outros campos políticos e mesmo quem não gosta de política. É muito sério. Precisamos todos proteger nosso país!”
Um estudo publicado na revista The Lancet alerta para a possibilidade de extinção da humanidade até 2100 devido ao uso militar da inteligência artificial e de armas nucleares.
Projeto de poder familista e capilar, o neobolsonarismo transforma fé, valores tradicionais e antissistema em hegemonia digital e ameaça chegar ao Executivo federal.
Com base em sua trajetória acadêmica e na defesa da autonomia universitária, o autor argumenta que a continuidade do bolsonarismo ameaça o ensino superior, a ciência e o desenvolvimento regional.
De acordo com os resultados da pesquisa, fatores sociais e culturais também influenciam quais plantas continuam fazendo parte da alimentação e do conhecimento das comunidades.
Segundo Daniel Kokotajlo, ex-funcionário da OpenAI e o pesquisador Eli Lifland, a IA alcançará, até abril de 2027, uma superinteligência que causará a extinção da humanidade. Contudo, Kokotajlo refez os cálculos e estendeu o prazo do apocalipse cibernético para 2034.
Além dos benefícios ecológicos gerados pela redução do uso de recursos fósseis, a adoção industrial dessa tecnologia carrega um forte impacto social para o Brasil.









