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Diário fundado em 13 de maio de 2000

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poema

Medo… De quê?…

por Vera Periassu em 21 de agosto de 20264 de agosto de 2026

— Salva-me, Senhor, estou a naufragar! /Não posso ir além, no Mar desta vida /eu vou afundar! //– Seu medo é de quê?… Pode me dizer? /Qual é o seu medo?… /Fale para mim!

Essência

por Anna Lúcia Gadelha em 20 de agosto de 202619 de agosto de 2026

Entrego-me inteira, em rios de afeto, /ofereço o peito como abrigo e cais, /desenho abraços onde cabem mais /e busco na entrega o meu porto exato.

Florisbela na Janela – Parte II

por Ana Amélia Guimarães em 18 de agosto de 2026

Pegou as malas, fechou a porta, sumiu e ninguém mais o viu. / E as novas estações vieram, / Trazendo mais flores belas / Para o jardim de Florisbela: / Rosa, roxa, azul, alaranjada e amarela.

Fome e Sede… de quê?

por Vera Periassu em 18 de agosto de 20264 de agosto de 2026

A Fome do Povo não é só de Pão! /Homens de pouca Fé! Um dia vão entender: /o Milagre sempre acontece /na fraterna e real Comunhão!

Eclipse… De quê?

por Vera Periassu em 17 de agosto de 2026

Lua, sempre aponta para a Noite; / Sol, a manhã sempre anuncia! / Quanto tempo de Escuridão teremos, / ofuscando a Luz que irradia?…

O Bagaço da Cana vem da Direita /Superá-la está ao nosso alcance

por Alder Júlio Ferreira Calado em 10 de agosto de 2026

O bagaço da cana é quem trabalha /Amargando uma vida infeliz /Produzindo as riquezas do País /Mas vivendo na ponta da navalha… /E o terror sem saber como se atalha…

Florisbela na Janela – Parte I

por Ana Amélia Guimarães em 9 de agosto de 202618 de agosto de 2026

O jardim de Florisbela, /Não é como os jardins de Monet, /Nem os campos floridos de Van Gogh, /Mas possui as cores da aquarela: / Rosa, roxa, azul, alaranjada e amarela.

A Arte de Poetizar

por Anna Lúcia Gadelha em 6 de agosto de 2026

Poetizar é mais que um simples canto, / É converter o efêmero em esplendor; / É transformar o pranto em acalanto, / E fazer do silêncio um trovador.

Pequeninos carvoeiros

por Redação em 6 de agosto de 20266 de agosto de 2026

Silencia minha alma, coração, /as respostas não cairão do céu, /para perguntas inviáveis. //Deixa o barco seguir o curso do rio, /mas como dói ver crianças com olhinhos de fumaça, /rostinhos de carvão.

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Descarte ou chegança?
Por Rolando Lazarte

Relato da Primeira Jornada da XVI Semana Teológica Pe. José Comblin, por Alder Júlio Ferreira Calado

A Fumaça no Ar e o Nó na Garganta, por Anna Lúcia Gadelha
A Torre de Genebra, por Martim Assueros Gomes
Quimeras, por Ana Amélia Guimarães
Aos 26, presente, por Gustavo Barreto

“Um povo ignorante é instrumento cego de sua própria destruição.” Simón Bolívar

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