
Um poema de J Estanislau Filho
Silencia minha alma, coração,
como faz o vento ao balançar as folhas de árvores centenárias,
levando sossego às raízes.
Quero o silêncio das aves migratórias,
quero a paz dos corações bondosos
e dos amantes reconciliados.
Silencia minha alma, coração,
as respostas não cairão do céu,
para perguntas inviáveis.
Deixa o barco seguir o curso do rio,
mas como dói ver crianças com olhinhos de fumaça,
rostinhos de carvão.
J Estanislau Filho
E-mail: jestanislaufilho@gmail.com
Veja aqui o vídeo e ouça a poesia declamada por IA. Neste canal do Youtube (Música Inteligente IA) as melodias, os arranjos e os vocais de canções e poesias criadas e compartilhadas são gerados com Inteligência artificial. Já as letras são feitas por pessoas reais, letristas e poetas talentosos. Visite o blog: https://aldrinshowdemusicaletra.blogs…

A declamação deu ênfase ao poema. Obrigado, Revista Consciência
O poema começa com um apelo poderoso: “Silencia minha alma, coração”. É um pedido de pausa, de aquietamento interior diante do turbilhão da vida.É um poema que nos faz refletir sobre a nossa própria busca por conforto e a responsabilidade que temos diante do mundo ao nosso redor. Parabéns, Stan!