Quando o Verde-Esperança Toda Nação abraçar; /quando da Mãe Natureza Todos vierem cuidar; /quando o Povo for tratado com toda Dignidade, a Independência será uma / Bela Realidade!
poema
Dona Dita ou Dona Dema?… / Quem é que conduzirá o destino da Aldeia? / Toda esta grande Nação necessita escolher / a forma e a maneira como todos vão viver.
HÁ QUEM VIVA POR AÍ /QUASE SEMPRE SE ARVORANDO, /EM SER UM GRANDE POLÍTICO, /A MUITA GENTE ENGANANDO. /POR ISTO EU RESOLVI, /COMO CONTRIBUIÇÃO, /ESCREVER ESTE CORDEL /PRA NOSSA ORIENTAÇÃO.
Vês? / É o amanhecer! /O soberano astro /num indescritível espetáculo, /engalanando toda a natureza, /veste de graça e beleza /as florinhas mais singelas; /empresta roupagens as mais belas, /às densas matas, lá… da serra, /… e toda a cidade desperta, /para Ti, Senhor!
Reunião na Escola com os Pais e Professores; /Reunião Pedagógica, com os demais Educadores; /Reunião no Trabalho, por desempenho maior; /Reunião dos Sozinhos, para ninguém ficar só…
Até quando, Beija-Flor, / e Flor de Maracujá? / Até quando poderei / ficar assim a contemplar?… / E foi Você, Beija-flor, / com gritinhos de Alegria, / que tocou meu Coração, / na Manhã daquele Dia.
Senhor! /Aquele jovem, cujo sorriso pálido esculpia, /em sua singular fisionomia, /ora a dor, ora a dúvida ou ironia, /através de olhar profundo, também eu via /sua alma, ora em êxtase, ora em agonia!
Pega esse A de Amor, /vindo lá do Coração, /a “tirar” todas as coisas /que não nos servem mais não! /Ficará tudo mais Livre, /com Todo Mundo a “tirar” /Tudo aquilo que não presta, pondo em prática /o verbo AMAR!
Num tempo de tanta Pressa e Urgência, /tirar toda Máscara não é Emergência? /Onde está meu Eu? Onde está meu Ser? /Onde me encontrar, pra não me perder?









