Fora dos holofotes, maior superfície alagável do mundo vive seca severa. Incêndios criminosos do agro espalham-se. Vegetação dá lugar a pastos. Há risco do bioma desaparecer em 50 anos.
Meio ambiente
Documento cobra das instituições financeiras corte de crédito a quem usa fogo criminoso; além de maior apoio aos povos e comunidades para prevenção dos territórios.
Mais do que olhar para essas árvores como algo externo, olhá-las sempre vai além, pois me levanta perguntas sobre nós mesmos: pessoas, cidadãos…
Livro de um coletor aponta: sem a categoria, a cidade para. Por que, então, é tão oprimida e invisibilizada? Como ela ajuda a pensar desigualdades e o hiperconsumismo em que tudo é descartável, inclusive “resíduos humanos”?
Em uma sociedade que tem como base a valorização da vida, a política dos Comuns deve englobar pessoas e meio ambiente. Esse horizonte só é possível com senso de responsabilidade coletiva.
Enquanto as oscilações do El Niño são temporárias, a destruição contínua gerada pelo agronegócio impõe um colapso hídrico e climático de longa duração.
Incertezas sobre o Estreito de Ormuz elevam preço dos fertilizantes e evocam fantasma da escassez. Mais terras são desviadas para produção de combustíveis. Sistema alimentar hegemônico, que despreza a agroecologia e idolatra a “lei dos mercados”, expõe sua fragilidade dramática.
A onda de calor na Europa expõe a falácia da pegada de carbono individual. Cem empresas geram 80% das emissões, enquanto o cidadão comum paga o preço.
A terra deixa de ser percebida prioritariamente como suporte da convivência coletiva e passa a operar cada vez mais como um ativo destinado à diferenciação patrimonial e ao consumo de exclusividade.









