Analise-se peças veiculadas entre 2016 e 2024, com o objetivo de identificar as interações discursivas ocorridas ao longo desse período.
Meio ambiente
A obsessão pelo crescimento ilimitado em um planeta finito esgota as bases da vida, exigindo a urgência de um novo paradigma civilizatório fundamentado no ecossocialismo.
Agricultura familiar responde por 77% de todos os estabelecimentos rurais do Brasil e emprega 67% de todas as pessoas que trabalham no campo.
Pense nisso, antes de se distrair com o espetáculo de fatos, imagens e fofocas das campanhas eleitorais – logo, logo na tela mais próxima de você.
O Bolero se cala, o sol desaparece, /Mas a magia desse instante, jamais se esquece. /O pôr do sol em Jampa, ao som de Ravel, /É a arte perfeita, num quadro de mel.
Fora dos holofotes, maior superfície alagável do mundo vive seca severa. Incêndios criminosos do agro espalham-se. Vegetação dá lugar a pastos. Há risco do bioma desaparecer em 50 anos.
Documento cobra das instituições financeiras corte de crédito a quem usa fogo criminoso; além de maior apoio aos povos e comunidades para prevenção dos territórios.
Mais do que olhar para essas árvores como algo externo, olhá-las sempre vai além, pois me levanta perguntas sobre nós mesmos: pessoas, cidadãos…
Livro de um coletor aponta: sem a categoria, a cidade para. Por que, então, é tão oprimida e invisibilizada? Como ela ajuda a pensar desigualdades e o hiperconsumismo em que tudo é descartável, inclusive “resíduos humanos”?









