“Lixeiros”, sustentáculos da sociedade do consumo

Foto: Agência Brasília

Livro de um coletor aponta: sem a categoria, a cidade para. Por que, então, é tão oprimida e invisibilizada? Como ela ajuda a pensar desigualdades e o hiperconsumismo em que tudo é descartável, inclusive “resíduos humanos”? A reciclagem é suficiente frente a esse modelo?

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