O Congresso Nacional do Brasil tem se dedicado, nos últimos meses, a promover um perigoso retrocesso nas legislações eleitoral e ambiental para beneficiar diretamente corruptos e ecocidas.
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Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e a dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados.
Projeto que universalizou o acesso à energia foi elogiado internacionalmente e inspirou iniciativas semelhantes em várias partes do mundo.
Sob a cortina de fumaça da superinformação e do moralismo midiático, consolida-se um projeto de pilhagem do Estado disfarçado de polarização política.
Sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central começou a ser desenhado em 2014, atravessou três governos e hoje movimenta trilhões de reais.
No Dia Mundial do Meio Ambiente, secretário do PT destaca queda do desmatamento, combate ao garimpo ilegal e retomada do protagonismo climático do Brasil.
Algumas dessas cercas a sociedade nos impõe, com suas regras, normas, tabus e falsos moralismos; outras, nós adquirimos, alimentamos e nos deixamos aprisionar.
Anúncio de Trump que classifica o PCC e CV como terroristas é uma interferência pesada na soberania brasileira. O eleitorado sabe disso. Por isso, esquerda não deve ceder ao pânico, nem enterrar a recuperação de Lula e as batalhas reais no Congresso.
O apresentador-bilionário “do povão” insurge-se contra o Bolsa Família. O presidente do BC, indicado por Lula, abraça os juros obscenos. O ministro da Fazenda alia-se à Meta.









