A destruição dos laços de identidade e solidariedade laboral condensa uma imensa vitória do neoliberalismo contra os direitos, para acelerar um processo de acumulação.
neoliberalismo
É com muita alegria que trazemos a público o importante estudo realizado por Felipe Alencar sobre o Programa paulista Inova Educação implementado no Estado de São Paulo.
Depois de passar do sertão à fábrica e à luta por direitos, país mergulhou na era do trabalho fragmentado e dos conflitos sem projeto. Rendeu-se à agroexportação e ao algoritmo.
No final do século 18 deu-se a revolução política que transferiu o poder de mandar na sociedade dos reis, príncipes e da nobreza para os cidadãos, que foram considerados iguais perante a lei.
Para além do cansaço físico, o esgotamento contemporâneo revela o empobrecimento dos afetos e a dependência patológica da produtividade para sustentar a própria existência.
A conversão do magistério em um projeto de descarte revela as engrenagens de um sistema que prioriza o rentismo e a privatização em detrimento da dignidade docente e da formação humana.
De Trump a Orbán, de Meloni a Modi, líderes do mundo todo transformaram o medo, o ressentimento e o orgulho nacional em instrumentos políticos.
“As ideias tornam-se influentes quando estão ligadas à constelação correta de interesses. Sem isso, permanecem no deserto para sempre.” — Vivek Chibber sobre por que o capitalismo deu a guinada neoliberal.
Maria da Conceição Tavares foi a grande mestra de várias gerações de economistas que não raciocinam pela lógica das abordagens conservadoras, liberais e monetaristas dos fenômenos econômicos.









