Como devolver ao cidadão a capacidade de decidir o que quer ver, sem transformá-lo em prisioneiro de uma bolha criada pelas próprias escolhas?
Opinião
“Isso do Moraes já estava guardado há um tempo, nada que a gente não soubesse. Soltaram na campanha para enquadrá-lo”, analisa Albuquerque.
Para Maurizio Lazzarato, a guerra não é uma anomalia do capitalismo, mas uma dimensão constitutiva de sua estratégia de poder. Diante da crise da ordem global, a questão é por que a revolução parece impossível hoje.
O vendedor de sonhos sem recheio sobe nas pesquisas explorando a fragilidade emocional e social de parte do eleitorado brasileiro, avalia Ricardo Nêggo Tom.
VEM AÍ O MÊS DA BÍBLIA, EM 2026, COM O LIVRO DE DANIEL – Por Frei Gilvander Moreira [1] Vem aí o mês da Bíblia: setembro. Por que e para quê? Primeiro, porque dia 30…
Operadores do direito no mundo todo se formam e atuam, salvo exceções, quase que exclusivamente sob uma perspectiva do capital, reproduzindo a lógica violenta do sistema econômico.
O desafio da esquerda e dos democratas é fazer da razão de massa o sujeito da história, em vez de objeto da extrema direita, desconstruindo as manipulações da canalha.
Há de se reconhecer a contribuição de Lula para a democracia brasileira, jogando dentro das regras do jogo e aprofundando a democracia social.
A Sessão Solene da Câmara dos Deputados foi um reencontro com a história de mulheres que transformaram indignação em mobilização, mobilização em projeto e projeto em lei.








