2018: O fim da independência do Brasil

Prossegue a ofensiva golpista, vitoriosa em 2016, com a deposição de Dilma Rousseff. Seu segmento dominante, em representação do capital globalizado, sob a direção estadunidense, persegue a construção de uma nova institucionalidade autoritária, tendo como correias de transmissão a alta oficialidade das forças armadas, o Parlamento, a Justiça, a grande mídia.