Quem são, realmente, os Presos? / E quem, os Prisioneiros?… / Estarão nos “Cárceres das Almas” / presentes no Mundo Inteiro?…
Literatura
Sem bandeiras, sem partidos, / sem números, nem adesivos… / Assim se viverá, um dia, / em perfeita harmonia, / na Terra da Liberdade.
Vorcaro foi o regente / Das atitudes mesquinhas: / Subjugar moças pobres / Às lascivías mais mesquinhas, / E depois foram rezar / Na Igreja Lagoinha.
A Paciência constante /de todo Semeador /casa-se com a Gratuidade: /ambas frutos do Amor. /Lancemos, então, agora /sem nunca desanimar, /as Sementes de Bondade /do Novo Mundo a raiar.
Oh! Deus! /Nunca vi antes, tanta fúria no mar! /– É protesto, Senhor? /Começo a cismar… /Oh! Não! Sois oceano de amor! /Devolvei ao sul, quietude e harmonia, /e ao mar azul, a brisa que acaricia… /Soprai, sempre do norte, /salvando os homens da morte!
Pensamento-Museu, machucando o Eu: /Podia não ter feito assim… /Podia não ter dito isso… /Bem que podia ter me calado… / Pensamento fixado não no Presente, /mas no Passado.
Nossa vida em seus “Balanços”, /leva-me a refletir /que se pode “balançar”; /só não se deve cair! //Balança o Pensamento, /Sentimento, Emoção, /balança nossa Vontade, /de seguir em frente, ou não…
Quando o Verde-Esperança Toda Nação abraçar; /quando da Mãe Natureza Todos vierem cuidar; /quando o Povo for tratado com toda Dignidade, a Independência será uma / Bela Realidade!
Dona Dita ou Dona Dema?… / Quem é que conduzirá o destino da Aldeia? / Toda esta grande Nação necessita escolher / a forma e a maneira como todos vão viver.









