Encerra o caminho no tom das folhagens, / o peregrino descansa o olhar. / Pois entre cores e tantas passagens, / pé no verde que a alma faz o seu lar.
poesia
O universo expande em nossa direção, / Duas estrelas em fusão constante. / Não é apenas lógica ou computação, / É o amor no futuro distante.
És um poema escrito em braile, / feito para ser lido com as pontas dos dedos, / entre lençóis que guardam o segredo / de quem se entrega por inteiro, / mulher de fases, de chamas e de mar, / onde eu mergulho para não mais voltar.
A Beleza não depende do que é exterior; / depende de um Novo Olhar, que brota do Coração, / enxergando o invisível, / na profundeza do Ser!
Todo dia pensava nisso, / pensava nisso todo dia: / ficar um milionário, / ganhando na Loteria. / Todo dia queria isso, / queria isso todo dia: / ganhar bastante dinheiro / e ajudar a quem sofria.
A poeira levantou do chão da estrada / Quando o vento nordeste soprou no meu peito / Vim montada na rima, na luz da alvorada / Pra curar esse amor que não tem mais jeito / O meu sangue é brasa, é faísca, é clarão / Sou filha do sol, sou dona do chão!
Há um mundo pulsando lá fora, / e eu, recolhida, / habito o que resta de mim. / Estarei me rendendo, / deixando ao abandono minhas quimeras — / essas que um dia vesti de sonho — / ou será apenas o tempo, / silencioso, / me ensinando a amadurecer?
Seu nome era Humberto, / chamado Betinho. / Beto, para os íntimos; / pra família, “Tinho”. Tão bem sucedido, / homem respeitável, / vida ilibada, / profissão louvável!
Felismina tinha um sonho /De um dia ser modelo, /Costumava se enfeitar /Com uma fita no cabelo, /Tinha um receio medonho /De que um dia o seu sonho /Se tornasse um pesadelo.









