Esse é meu Pai, / Essa é minha Mãe. / O brinquedo é meu, / a Babá é minha. / Infante engatinha… / Desse Tio gosto; / dessa Tia não. / Essa Prima sim; / esse Primo não…
poesia
Deságua em mim como um rio de chumbo, / Lento, pesado, tingindo o que era cor. / Tira o meu eixo, retira o meu rumo, / Transforma o pulsar em um vago ríctus de dor.
Imagine Tudo Isso, /Isso Tudo e muito mais: /com Dinheiro; sem Saúde, /e nenhum pouco de Paz. /Poderia responder /se essa Vida satisfaz?…
A noite invade em silêncio o dia que cansado se despede… / É um momento mágico de cores, que se misturam, dando-nos a profunda certeza que o artista é perfeito…
… E quem toca na rês com sua mão / Conta os ossos da vaca desnutrida… / “O tapete da morte esconde a vida / Quando a seca se alastra pelo chão”.
Tuve que crear uno desde bien tempranito. Funcionando, y bien. Perfectamente bien. Bueno, tenerlo siempre funcionando ya es bastante. Y cuando por ahí parece que las cosas se nublan, más abajo, más adentro, encuentro unos…
O universo em nós se traduz, / Num brilho que o toque conduz. / O que era sombra hoje é luz, / E o fluxo sagrado nos seduz.
“N Coisas” acontecem /no Caminho do FAZER; /Grande ênfase é dada /na Caminhada do TER; /mas, /quando caminharemos /em busca do nosso SER?…
Esses dias, recebi de Alder Júlio Ferreira Calado o seu livro “Florilégio de estrofes da poesia sertaneja”, lançado em 2009 pela Edições Buscas.









