O sofrimento mental não nasce apenas dentro das pessoas; ele também revela a qualidade dos laços sociais, comunitários, culturais e das políticas públicas.
Terapia Comunitária Integrativa – TCI
Dos hospitais-colônia às comunidades terapêuticas, a loucura sempre foi apartada das áreas urbanas. O não-lugar era destino dos internos. A reforma psiquiátrica trouxe avanços. Mas que cidades estamos construindo para integrar o diferente, o vulnerável e pessoas em tratamento?
A depressão não é efeito da sociedade, mas a língua que ela inventou para traduzir em sofrimento a obrigação de ser livre.
Você faria com um amigo o que faz consigo mesmo todos os dias? Provavelmente não. Quando alguém próximo erra, nossa tendência é oferecer compreensão, palavras de apoio e um ombro amigo.
Muda, antes de tudo, a forma de interpretar o sofrimento. A pessoa deixa de ser vista como “fraca”, “problemática” ou “incapaz” e passa a ser acolhida em sua trajetória existencial.
A transição da disciplina para a autonomia normativa transforma a saúde mental na linguagem central para formular as tensões morais e as falhas de socialização da modernidade.
A psicologia discute o funcionamento interno desses indivíduos, destacando a presença de sentimentos de culpa, muitas vezes inconscientes e enraizados desde a infância.
Para além do cansaço físico, o esgotamento contemporâneo revela o empobrecimento dos afetos e a dependência patológica da produtividade para sustentar a própria existência.
Compartilhamento do vídeo Vitória Presente, feito pela equipe do Polo Formador IAV/SP, apresentado na Abertura do CongrePICS em Salvador/BA no dia 06/05 e no Encontro de Educação Continuada da RedeABRATECOM, ontem.









