Por Juliana Henrique “Companheira me ajuda, que eu não posso andar só. Eu sozinha ando bem, mas com você ando melhor”. Na noite de quarta-feira, dia 16 de dezembro de 2020, aconteceu o Primeiro Encontro do Grupo de Estudos sobre…
Feminismo
X Semana Teológica Padre José Comblin. Por que e para que uma teologia feminista? Sessão de encerramento: 03/10/2020 Em razão das condições impostas pela Covid 19, os grupos organizadores desta X Semana Teológica Pe. José…
Embora tenha feito seu nome como atriz, Emma Watson também tem tido um impacto considerável neste ano como ativista e agente de mudança, com sua atuação feminista nas Nações Unidas desde 2014. Defensora de questões…
Por Rute Pina “Eu sou uma das primeiras pastoras mulheres da igreja e eu acho que a única na instituição que tem consciência de negritude”, afirma Cleusa Caldeira, de 42 anos. Ela é pastora da Igreja…
Não é à toa, por acidente ou involuntariamente que o mais feroz machismo venha da extrema-direita. O patriarcado sempre foi de direita.
O machismo brasileiro está sofrendo, me dizem, com uma espécie de “macartismo misândrico”, cujo contexto é o “discurso do ódio” crescente.
O machismo, uma cultura enraizada em nosso país por motivos já conhecidos dos historiadores (por exemplo), merece mesmo toda a atenção.
Partindo de experiências práticas, o encontro teve como objetivo discutir agroecologia, saúde e justiça ambiental, soberania alimentar, economia solidária e feminismo, buscando as convergências possíveis num horizonte de unificação das lutas sociais.
É costume dizer que o feminismo está morto. As mulheres teriam conquistado seu lugar ao sol. São maioria entre os trabalhadores, consumidores e eleitores. Há mulheres no parlamento e nos governos. Podem ser vista à…





