Estima-se que um quarto das espécies de seres vivos já conhecidas por nós esteja no solo. É o dobro das que habitam os oceanos.
Meio ambiente
Na Terra Indígena (TI) Igarapé Lourdes, em Rondônia, membros da comunidade se reúnem para ouvir a palavra de José Palahv Gavião. Professor e líder da cooperativa local, ele fala sobre o passado e o futuro da borracha na Amazônia.
Não bastasse devastar vidas e ecossistemas, ao consumir grandes quantidades de energia, a atividade militar também emite grandes volumes dos gases responsáveis pela crise climática que assola o planeta.
Para o senso comum, a agroecologia aparece associada ao cuidado da natureza, à ecologia, à proteção do meio ambiente, à produção de hortaliças e à baixa escala. Mas essa forma de consciência da realidade social…
Todos os dias, quando abro a janela do meu quarto, contemplo aquela palmeira solitária lá no alto da serra. Enfrentando bravamente os fortes ventos e chuvas, todas as tempestades e intempéries do clima, lá está ela: majestosa, forte, resistente. Há algum tempo, vem sendo para mim um ícone de força, beleza e resistência.
Depois de 64 anos de luta, 21 famílias da Paraíba conquistaram o Assentamento Agroextrativista Elizabeth Teixeira, na Fazenda Barra das Antas. A regularização do território foi formalizada pelo Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar na quinta-feira (5).
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, cotada para ser uma das candidatas ao Senado por São Paulo – o que deve levá-la a deixar o cargo até o fim de março –, afirmou nesta quinta-feira (12) que o governo está trabalhando com a expectativa de alcançar, neste ano, a menor taxa de desmatamento da série histórica, iniciada em 1988.
O coração hídrico do Brasil pulsa na Amazônia, e seus principais vasos – rios como o Tapajós, o Madeira e o Tocantins – estão no centro de um embate que redefine fronteiras entre desenvolvimento, soberania e sobrevivência.
Um projeto articulado entre o agronegócio e setores do governo federal ameaçava transformar esses cursos d’água em meras hidrovias de eficiência logística, através de um processo duplo: a concessão à iniciativa privada (uma forma de privatização da gestão dos rios) e a dragagem intensiva para garantir o escoamento de grãos. Esta equação, vendida como progresso, ignorava o custo social e ambiental astronômico, e revelava os contornos de uma política que beneficiaria uma elite econômica em detrimento de povos tradicionais e do patrimônio natural do país.
Do primeiro clarão às consequências duradouras, o artigo descreve colapsos simultâneos em cidades, saúde, telecomunicações, alimentos e clima, revelando por que a guerra nuclear nunca permanece localizada geograficamente.









