A grande pergunta do segundo turno, portanto, não é somente quem conseguirá transferir mais votos de outros candidatos. É quem conseguirá compreender melhor esse Brasil que emergiu das periferias urbanas, das cidades pequenas e da classe média popular.
Frei Betto
Os amigos de Jó tudo argumentaram para que ele abdicasse da esperança. Como teimava em mantê-la acesa se havia perdido terras, riquezas e família? Jó não introjetou a culpa, não jogou sobre os ombros de outrem os males que o afligiam, não abominou os revezes que o acometeram.
Há diferença entre estar na frente e ter a eleição ganha. Lula sabe disso. Seus adversários também. E as pesquisas, na reta final da eleição, confirmam que a disputa continua aberta.
Se você pretende votar em Flávio Bolsonaro, que promete escancarar o Brasil aos interesses dos EUA e gosta de beijar as mãos de Trump, como seu irmão Eduardo, convém conhecer um pouco de história.
Um único aparelho, discreto, com a tela trincada no canto — talvez de tanto cair da mão suada de algum figurão. Esse celular não vaza. Ele entrega. E entrega com a eficiência de quem passou anos acumulando maracutaias e, agora, decidiu que chegou a hora de falar.
O Barão de Münchausen, personagem ficcional do século XVIII, entrou para a literatura como o homem capaz de contar as histórias mais extraordinárias com a serenidade de quem relata o que acaba de ver pela janela.
Segundo Daniel Kokotajlo, ex-funcionário da OpenAI e o pesquisador Eli Lifland, a IA alcançará, até abril de 2027, uma superinteligência que causará a extinção da humanidade. Contudo, Kokotajlo refez os cálculos e estendeu o prazo do apocalipse cibernético para 2034.
A campanha de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, parece um labirinto, pois quanto mais procura uma saída para o caso Daniel Vorcaro, mais corredores parecem conduzi-lo de volta ao mesmo ponto.
Ó tu que hesitas na encruzilhada, /com o peso do Brasil em cada mão, /não deixes teu voto se calar /nas urnas que decidem o futuro da nação.









