Qual invenção foi mais importante: o preservativo ou o avião? O gênio que patenteia o “novo” tem mais valor que a engenharia da manutenção? Livro polemiza: o futuro não é a eliminação do velho; e o compartilhamento e a imitação superam o “isolamento criativo”.
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A aliança entre a extrema direita e os magnatas da tecnologia revive um antigo impulso antidemocrático, agora alimentado pelas promessas da Inteligência Artificial (IA).
Vinte e cinco anos após o lançamento do filme A.I. – Inteligência artificial, projeto de Stanley Kubrick, o Vale do Silício está tentando torná-lo realidade.
Fernando Cerimedo construiu a máquina de desinformação por trás das vitórias da extrema direita da Argentina, Brasil à Bolívia e Honduras — com tecnologia e dinheiro dos próprios agentes de Trump.
Vivemos na era das notificações incessantes, das mensagens instantâneas e da ilusão de que nunca estaremos sozinhos. Em tese, a tecnologia encurtou distâncias, democratizou o acesso à informação e ampliou as possibilidades de encontro.
Plataformas digitais ampliam sua incidência política no mundo, enquanto países debatem a regulamentação do setor e planos de soberania tecnológica.
Precisamos de um programa de empregos públicos para trabalhadores deslocados e devemos regulamentar a IA como um serviço público.
Segundo muitas estimativas, o uso crescente da Inteligência Artificial (IA) deverá causar perdas significativas de empregos. A perspectiva de uma grave ruptura exige que comecemos a formular soluções políticas igualitárias agora mesmo.
Acredita-se que a Inteligência Artificial (IA) seja uma força imparável, mas ainda depende totalmente do trabalho humano para funcionar. Se essas tecnologias serão libertadoras ou causarão sofrimento dependerá de quem controlar seu desenvolvimento e implementação.









