O genocídio mais rápido de toda a Humanidade, Ruanda, é comumente visto como uma tragédia em que as nações de todo o mundo nada fizeram para evitar. Essa é a visão que interessa a muitos governos que forneceram armas e equipamentos para os assassinos – incluindo, conforme mostra uma reportagem do jornal israelense Haaretz, o governo de Israel. Em uma corte em Tel Aviv, um grupo de pessoas tenta obter documentação tida como sigilosa para apontar responsáveis.
Israel
“Não há palavras para expressar adequadamente minha raiva e indignação”, disse um comissário da ONU, a respeito de mais um ataque do exército israelense contra escola palestina. Nem a minha. Nada que eu pudesse escrever…
Era uma vez o Oeste: mocinho de branco e bandido de preto. Os folhetins, o cinema e a TV nos acostumaram a observar os complexos dramas das pessoas, povos e nações a partir de uma ótica simplista:…
O ministro da Economia já havia dito que iria obstruir “qualquer acordo por um cessar-fogo”. Mais de 1.100 palestinos e 3 civis israelenses foram mortos.
A Federação Israelita de São Paulo postou no Youtube um vídeo repulsivo (vocês podem assisti-lo e/ou repassá-lo utilizando este link), no qual compara o estado judeu a um menino mais forte que um espertinho mais fraco provoca…
Uma trégua humanitária esta semana de 12 horas em Gaza foi o suficiente para que os palestinos encontrassem dezenas de corpos sob escombros – já passam de 1.100 os mortos, portanto, do massacre promovido por Israel.
“A gente não sabemos Nem escovar os dente Tem gringo pensando que nóis é indigente Inútil A gente somos inútil” (Ultraje a Rigor)“ O posicionamento digno que o governo brasileiro assumiu com relação à nova temporada…
Em 9 de julho de 2004, o Parecer Consultivo da CIJ afirmou que a construção do muro e o seu regime associado são contrários ao direito internacional e apelou a Israel para que cessasse a construção do muro, destruísse o que já havia sido construído e parasse com as severas restrições à liberdade de movimento dos palestinos que vivem na Cisjordânia.
A maior parte das pessoas assassinadas pelo governo de Israel desde o dia 7 de julho são crianças e mulheres.




