Como meia dúzia de empresas ocidentais está empilhando dinheiro, ao vender “soluções” que eliminam trabalho humano e produzem dependência.
Inteligência Artificial (IA)
Seriam os chatbots amarras à criatividade? Um professor de criação literária mostra que é possível utilizá-los para experimentar caminhos artísticos. Jamais para a escrita: ela requer a crítica, reflexão e audácia de que as máquinas não são capazes.
O Goldman Sachs, o megabanco de investimento, acredita que a “IA é o único grande negócio dos EUA”. E a bolha de investimentos em IA está ficando a cada mês maior.
Há 135 anos, Leão XIII respondia aos desafios da Revolução Industrial com a Rerum Novarum. Agora, seu sucessor, Leão XIV, apresenta uma nova “carta social” para a era digital: a encíclica Magnífica Humanitas (Humanidade Magnífica).
Vivemos na era das notificações incessantes, das mensagens instantâneas e da ilusão de que nunca estaremos sozinhos. Em tese, a tecnologia encurtou distâncias, democratizou o acesso à informação e ampliou as possibilidades de encontro.
Os gigantes da tecnologia no topo da economia moderna não inventaram um novo modo de produção: são simplesmente empresas capitalistas no sentido clássico, ou seja, que exploraram os seus trabalhadores.
Em ensaio, Samuel Eduardo Fortes reflete sobre linguagem, automação e o avanço de uma racionalidade que transforma escrita, leitura e trabalho em processos cada vez mais mecânicos.
A simulação algorítmica do pensamento e a concentração de poder nas grandes corporações convertem a intimidade em mercadoria e ameaçam a autonomia cognitiva da sociedade.
Segundo muitas estimativas, o uso crescente da Inteligência Artificial (IA) deverá causar perdas significativas de empregos. A perspectiva de uma grave ruptura exige que comecemos a formular soluções políticas igualitárias agora mesmo.









