“Se Deus tem usado o rádio, a televisão, as redes sociais e tantos outros meios tecnológicos para alcançar pessoas, por que não utilizaria também as IAs? Com certeza, Ele as utilizará!”. (pastor William E. Timm)
Inteligência Artificial (IA)
A Turquia descobriu uma estátua de Asclépio de 1.800 anos em Aspendos. A descoberta alimenta o debate sobre a história versus a inteligência artificial tendenciosa.
O grande problema do uso exagerado de aplicativos que facilitam nossa vida cotidiana, como GPS ou calculadora e, principalmente, da inteligência artificial, é o sedentarismo cognitivo.
A falha foi real e veio de descuido. Só que jogada de marketing não precisa ser premeditada. Basta que a empresa decida, depois do estrago, como contá-lo.
Como meia dúzia de empresas ocidentais está empilhando dinheiro, ao vender “soluções” que eliminam trabalho humano e produzem dependência.
Seriam os chatbots amarras à criatividade? Um professor de criação literária mostra que é possível utilizá-los para experimentar caminhos artísticos. Jamais para a escrita: ela requer a crítica, reflexão e audácia de que as máquinas não são capazes.
O Goldman Sachs, o megabanco de investimento, acredita que a “IA é o único grande negócio dos EUA”. E a bolha de investimentos em IA está ficando a cada mês maior.
Há 135 anos, Leão XIII respondia aos desafios da Revolução Industrial com a Rerum Novarum. Agora, seu sucessor, Leão XIV, apresenta uma nova “carta social” para a era digital: a encíclica Magnífica Humanitas (Humanidade Magnífica).
Vivemos na era das notificações incessantes, das mensagens instantâneas e da ilusão de que nunca estaremos sozinhos. Em tese, a tecnologia encurtou distâncias, democratizou o acesso à informação e ampliou as possibilidades de encontro.









