“A IA assusta vocês?” Numa palestra universitária, surge esta pergunta. Como sentir medo de algo que a humanidade pouco compreende? Mark Fisher dá pistas para entender o sentimento – “esquisito e inquietante” – causado pela necessidade de tradução constante do desconhecido e de nós mesmos.
Inteligência Artificial (IA)
Organizações e empresas submetem-se cada vez mais ao colonialismo intelectual. Estudos mostram os riscos de confiança excessiva na tecnologia e dependência das big techs. O desafio: utilizá-las sem abdicar da autonomia e da capacidade de produzir conhecimento.
A inteligência artificial repete a história das tecnologias lançadas antes de estarem prontas, e desta vez o casco carrega a humanidade inteira.
Segundo Daniel Kokotajlo, ex-funcionário da OpenAI e o pesquisador Eli Lifland, a IA alcançará, até abril de 2027, uma superinteligência que causará a extinção da humanidade. Contudo, Kokotajlo refez os cálculos e estendeu o prazo do apocalipse cibernético para 2034.
Quando um sistema generativo avançado ganha a capacidade de reescrever de forma autônoma o seu próprio código-fonte, ele inicia um ciclo exponencial de evolução que escapa à cognição humana.
A pergunta levantada por especialistas é simples: se o Brasil precisa expandir sua infraestrutura elétrica para alimentar megadatacenters, quem pagará essa conta?
Para quem estiver na União Europeia, haverá mais mecanismos para reconhecer se estão diante de um conteúdo produzido por uma máquina ou se estão conversando diretamente com ela.
A ética discute o que é bom, justo, desejável ou correto a fazer não apenas para o indivíduo, mas para a sociedade. É a ética que estabelece os fundamentos de nosso agir.
“O objetivo deste ensaio é descrever fenomenologicamente esses primeiros gestos e investigar se eles representam uma reorganização da experiência humana diante da civilização algorítmica”.








