“A IA assusta vocês?” Numa palestra universitária, surge esta pergunta. Como sentir medo de algo que a humanidade pouco compreende? Mark Fisher dá pistas para entender o sentimento – “esquisito e inquietante” – causado pela necessidade de tradução constante do desconhecido e de nós mesmos.
algoritmos
Caso está no STF, que retoma julgamento. O debate ainda está aberto: os algoritmos podem ser álibis para controlar, disciplinar e precarizar, sob a narrativa de autonomia?
Quando um sistema generativo avançado ganha a capacidade de reescrever de forma autônoma o seu próprio código-fonte, ele inicia um ciclo exponencial de evolução que escapa à cognição humana.
Modelos de linguagem geram uma prosa de aparência e fluência impecáveis, assim toda máquina parece um especialista. O perigo não está em utilizar tais tecnologias, mas em não submetê-las ao escrutínio.
A disputa entre o controle algorítmico e a ética da solidariedade define o rumo de uma civilização encurralada pela ambição técnica e pelo colapso ecológico.
Os movimentos de desconexão voluntária desenham uma nova sensibilidade estética que valoriza a imperfeição e a lentidão contra o imperativo da eficiência.
Ao converter reações emocionais em insumos preditivos, o poder algorítmico substitui o debate racional pela modulação invisível dos afetos.
A morte deixou o mundo encantado dos mitos, as telas de Bruegel e Bosch, de Hollywood e Bollywood, para fundir o real, o irreal e o surreal. Redação GGN, 05/11/25 • 12:08 • Atualizada agora / Do…
São as relações entre capital e trabalho que explicam a Revolução Industrial e não a inovação tecnológica. É a necessidade de aumentar a exploração do tecelão que inventou o tear mecânico, não os engenheiros de produção.









