Artigo publicado originalmente na revista semestral da Boitempo, a Margem Esquerda, com o título, “A centelha se acende na ação: a filosofia da práxis no pensamento de Rosa Luxemburgo”.
Economia
As origens da dominação monetária dos EUA. Seus pilares: guerra, petróleo e Bretton Woods. O poder econômico e geopolítico que ela produz.
Enquanto as oscilações do El Niño são temporárias, a destruição contínua gerada pelo agronegócio impõe um colapso hídrico e climático de longa duração.
Incertezas sobre o Estreito de Ormuz elevam preço dos fertilizantes e evocam fantasma da escassez. Mais terras são desviadas para produção de combustíveis. Sistema alimentar hegemônico, que despreza a agroecologia e idolatra a “lei dos mercados”, expõe sua fragilidade dramática.
A onda de calor na Europa expõe a falácia da pegada de carbono individual. Cem empresas geram 80% das emissões, enquanto o cidadão comum paga o preço.
A terra deixa de ser percebida prioritariamente como suporte da convivência coletiva e passa a operar cada vez mais como um ativo destinado à diferenciação patrimonial e ao consumo de exclusividade.
Nas últimas décadas, o mundo enfrenta um fenômeno econômico paradoxal: a produção global de riquezas aumenta significativamente e sua distribuição é cada vez mais desigual.
Os números no Brasil não mentem: estamos presenciando um cataclismo social, sob o olhar cúmplice das autoridades dos três poderes.
A ascensão chinesa ao topo do capitalismo global exibe o contraste entre o fausto das metrópoles modernas e a persistente marginalização das populações rurais e migrantes.









