
Hoje a Rua do Campinho
Transbordando o seu vazio
Avista ao longe Zuleica
Dobrando a curva do rio.
“Não te aflijas, caminhante
Estarei mais adiante
Onde não podes me ver.
Estou no reino da paz
Onde o tempo se desfaz
Num eterno alvorecer”.
Martim Assueros
19/05/2026
Bacharel em Ciências Sociais, ambientalista e poeta.
