No Nordeste, a gente aprende cedo a olhar o céu. A cor e a forma das nuvens, o silêncio dos bichos, o som dos pássaros, o vento que muda de direção, os redemoinhos que levantam as folhas e a poeira antes da chuva.
Psiquiatria
Em uma roda de Terapia Comunitária Integrativa, a derrota em campo abriu uma porta para uma reflexão mais íntima e universal: o que aprendemos quando perdemos ou fracassamos?
Quando o corpo reage ao passado como se fosse presente, a ansiedade deixa de ser inimiga e se torna uma mensagem a ser decodificada.
Muda, antes de tudo, a forma de interpretar o sofrimento. A pessoa deixa de ser vista como “fraca”, “problemática” ou “incapaz” e passa a ser acolhida em sua trajetória existencial.
É importante reconhecer nossos limites emocionais e buscar equilíbrio entre empatia e autoconservação, para agir de forma solidária sem perder a estabilidade emocional.
Se o corpo vive de circulação e equilíbrio, o mundo também. Quando o fluxo trava e a “defesa” vira ataque, todos pagam a conta.
Quando se ajuda alguém sem nenhuma outra intenção além da solidariedade, o ideal é não cobrar e nem esperar nada em troca. No entanto, pode surgir a decepção. A frustração é um sentimento que nasce…
Ela é um caminho possível que podemos trilhar, passo a passo, com coragem e consciência Viver em paz consigo mesmo é um dos desafios mais complexos e profundos que enfrentamos. A dificuldade de atingir…
Eis o grande desafio: aprender a ser uma síntese do choque dos contrários, a edificar a paz em meio à guerra A psicologia lembra que cada ser humano é constituído de duas forças opostas e…









