Para Paulo Freire, a dominação opera pela internalização de uma “cultura do silêncio”, na qual os oprimidos assimilam como natural a ordem que os subjuga.
mídia e redes sociais
Copa do Mundo 2026: (…) Li também que o técnico da seleção brasileira ganha mais do que os salários somados dos técnicos da Espanha e Argentina (…)
Ao converter reações emocionais em insumos preditivos, o poder algorítmico substitui o debate racional pela modulação invisível dos afetos.
Não são apenas os profissionais de imprensa que devem ter o direito à liberdade de expressão assegurado. Todos os cidadãos brasileiros, profissionais de quaisquer áreas, ou não profissionais!
Os gigantes da tecnologia no topo da economia moderna não inventaram um novo modo de produção: são simplesmente empresas capitalistas no sentido clássico, ou seja, que exploraram os seus trabalhadores.
Sob a cortina de fumaça da superinformação e do moralismo midiático, consolida-se um projeto de pilhagem do Estado disfarçado de polarização política.
A simulação algorítmica do pensamento e a concentração de poder nas grandes corporações convertem a intimidade em mercadoria e ameaçam a autonomia cognitiva da sociedade.
Entre o PowerPoint que omite nomes da direita e o público do BBB que rejeita os favoritos da produção, a emissora ensaia um reposicionamento comercial que ameaça o que ainda lhe resta de credibilidade jornalística.








