O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reunirá aliados nesta segunda-feira (5), em Brasília, para definir a estratégia da campanha no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Lula
O combate efetivo ao medo cotidiano e à corrosão democrática exige responsabilizar diretamente o crime organizado, o Congresso e a elite financeira pela perpetuação estrutural da desigualdade e da violência.
A informação sobre corrupção pode produzir punição eleitoral, mas esse efeito depende de quem recebe a informação, de quem é acusado, das alternativas disponíveis e das predisposições anteriores do eleitor.
Ó tu que hesitas na encruzilhada, /com o peso do Brasil em cada mão, /não deixes teu voto se calar /nas urnas que decidem o futuro da nação.
O voto progressista deve ser no PT e em sua coligação. Quanto ao conjunto da esquerda, se quiser de fato construir o partido revolucionário, deve dialogar com os trabalhadores, com sua base real, e não apenas com a vanguarda sindical.
Com cerca de 15 milhões de eleitores e voto facultativo, brasileiros mais velhos formam contingente capaz de fazer diferença em uma disputa presidencial apertada.
Posicionamento firme da entidade diante de ataques e da manipulação religiosa reafirma seu compromisso histórico com a verdade e a justiça social.
O fato de Flávio Bolsonaro empatar com Lula nas pesquisas não é reflexo de uma suposta “direitização” da sociedade brasileira. As causas desse cenário são bem mais complexas do que supor que metade do eleitorado abraçou o bolsonarismo.
É uma questão de consciência. Um país que voltou a si. Brasil se lembrou da decência. Se lembrou da classe trabalhadora. Se lembrou do óbvio. Que a vida é mais. Que a vida é para…









