As reiteradas declarações e postura política de Flávio Bolsonaro em favor dos Estados Unidos e sua subserviência ao presidente Donald Trump apontam para um alinhamento total com Washinton.
Flávio Bolsonaro
O resultado do primeiro turno precisa ser analisado sem exageros que podem nos levar ou a culpar o povo pelos nossos erros ou a criar um clima de barata voa buscando culpados internos.
“É Lula no primeiro turno” foi o coro ouvido durante a passagem de Flávio Bolsonaro (PL) pelo Mercado Municipal de São Paulo, o Mercadão, na tarde desta segunda-feira (28), em mais uma agenda do candidato à Presidência na capital paulista.
Faltando 21 dias para o primeiro turno, com as revelações sobre o escândalo do Banco Master finalmente vindo todas à tona, o cenário está claro.
Presidente aparece com 41% contra 31% de Flávio Bolsonaro no cenário principal e venceria todos os adversários testados em eventual segundo turno.
Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e a dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados.
O Brasil tem, segundo balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral em maio, mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar nas eleições presidenciais deste ano.
A direita brasileira sempre jogou contra as esperanças de construção de um País desenvolvido, mais ou menos senhor de seu destino.
A divulgação de áudios e mensagens entre Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro pelo site The Intercept Brasil expôs uma fratura na pré-campanha do senador que tenta se consolidar na corrida para a presidência do país.









