Fidel faria 100 anos hoje, 13 de agosto. Faleceu aos 90, em 2016. Nossa amizade durou 36 anos, desde que o conheci na Nicarágua, em 1980. Na noite de 20 de julho ele, Lula e eu conversamos das duas da madrugada às seis da manhã.
Donald Trump
Cada vez mais, a “periferia do mundo” deixa de ser apenas uma categoria geográfica. Ampliação dos Brics simboliza esse deslocamento.
O universo se expande mais rápido do que a luz rumo à entropia, mas, talvez, seja tarde demais. Um grito surdo ecoa de um pequeno planeta e o universo ignora suas súplicas.
Reportagem sobre um cerco. Enquanto finge afagar Lula, Trump conspira com Milei e Bukele, contra Brasil e México. Argentina e Paraguai abrem Cone Sul ao exército dos EUA.
A crise ecológica se tornou uma “crise humana”, em que impactos como secas prolongadas, enchentes, ondas de calor e perda de biodiversidade atingem de maneira desproporcional comunidades marginalizadas.
Trump aperta o cerco sobre Cuba e torna a vida insuportável, mas as carências são antigas e prolongam-se desde o fim da União Soviética.
A democracia liberal existe hoje para criar e legitimar ditaduras, as instituições democráticas cometem suicídio como forma normal de operar.
Organizado por uma potência agressora, torneio registra recorde de atletas banidos – todos árabes, africanos ou asiáticos. Preços asseguram: só os muito ricos irão aos jogos.
Cenas de um império em colapso. Trump projeta Washington em conflito fracassado, mas os lucros das corporações que o rodeiam disparam. Como a luta de classes explica as decisões insanas. Por que a Europa submete-se, até o abismo.









