A ética discute o que é bom, justo, desejável ou correto a fazer não apenas para o indivíduo, mas para a sociedade. É a ética que estabelece os fundamentos de nosso agir.
ciência e tecnologia
“O objetivo deste ensaio é descrever fenomenologicamente esses primeiros gestos e investigar se eles representam uma reorganização da experiência humana diante da civilização algorítmica”.
Cloroquina, ivermectina, máscaras, vacinas: tudo já foi testado, revisto e convergido — o que renasce agora não é dúvida, é desinformação requentada.
O grande problema do uso exagerado de aplicativos que facilitam nossa vida cotidiana, como GPS ou calculadora e, principalmente, da inteligência artificial, é o sedentarismo cognitivo.
Longe de ser um depósito neutro de informações, o pensamento científico exige adensamento ético e rigor metodológico para desarmar a infantilização digital.
Para Paulo Freire, a dominação opera pela internalização de uma “cultura do silêncio”, na qual os oprimidos assimilam como natural a ordem que os subjuga.
Os movimentos de desconexão voluntária desenham uma nova sensibilidade estética que valoriza a imperfeição e a lentidão contra o imperativo da eficiência.
Ao converter reações emocionais em insumos preditivos, o poder algorítmico substitui o debate racional pela modulação invisível dos afetos.
Os recordes em energias renováveis ocultam a reprodução de velhas assimetrias regionais, que impõem ao Nordeste os custos socioambientais do abastecimento do Centro-Sul.









