Todo dia pensava nisso, / pensava nisso todo dia: / ficar um milionário, / ganhando na Loteria. / Todo dia queria isso, / queria isso todo dia: / ganhar bastante dinheiro / e ajudar a quem sofria.
poesia
A poeira levantou do chão da estrada / Quando o vento nordeste soprou no meu peito / Vim montada na rima, na luz da alvorada / Pra curar esse amor que não tem mais jeito / O meu sangue é brasa, é faísca, é clarão / Sou filha do sol, sou dona do chão!
Há um mundo pulsando lá fora, / e eu, recolhida, / habito o que resta de mim. / Estarei me rendendo, / deixando ao abandono minhas quimeras — / essas que um dia vesti de sonho — / ou será apenas o tempo, / silencioso, / me ensinando a amadurecer?
Seu nome era Humberto, / chamado Betinho. / Beto, para os íntimos; / pra família, “Tinho”. Tão bem sucedido, / homem respeitável, / vida ilibada, / profissão louvável!
Felismina tinha um sonho /De um dia ser modelo, /Costumava se enfeitar /Com uma fita no cabelo, /Tinha um receio medonho /De que um dia o seu sonho /Se tornasse um pesadelo.
La poesía está en todas partes Por todas partes Amarillo Solcitos En mí y alrededor. Esto me deja tranquilo. Abrigado. Protegido. Fuerte. Rolando LazarteSociólogo, Terapeuta Comunitário, escritor. Vários dos meus livros estão disponíveis on line…
Não é o fim do mundo, é só o começo do trajeto / Vou trocar o medo por um plano mais concreto / O vento lá fora já começou a soprar / E eu não tenho medo de me reinventar.
Sorrir das coisas boas / Sorrir de você mesmo / Sorrir das adversidades / Sorria com lágrimas nos olhos / Sorria por sorrir… / A vida sem um sorriso / É a mesma coisa que um céu sem luar…
Esse é meu Pai, / Essa é minha Mãe. / O brinquedo é meu, / a Babá é minha. / Infante engatinha… / Desse Tio gosto; / dessa Tia não. / Essa Prima sim; / esse Primo não…









