Líder comunitária ameaçada no Afeganistão: “Eu vejo a minha morte, mas ninguém se importa”

Trabalhar fora de casa na Província de Kandahar, sudoeste do Afeganistão, tornou-se quase impossível para mulheres devido às constantes ameaças e intimidações que recebem de insurgentes. Convencida de que será morta caso continue a enfrentar as ameaças, Ranna Tarren, 39 anos de idade, Diretora do Departamento de Assuntos da Mulher de Kandahar e conhecida ativista dos direitos da mulher, decidiu protestar.

Líder comunitária ameaçada no Afeganistão: “Eu vejo a minha morte, mas ninguém se importa”

Ranna Tareen afirma que sofre pressão para largar seu emprego quase todos os dias. Foto: Masoomi/IRIN.Trabalhar fora de casa na Província de Kandahar, sudoeste do Afeganistão, tornou-se quase impossível para mulheres devido às constantes ameaças e intimidações que recebem de insurgentes. Convencida de que será morta caso continue a enfrentar as ameaças, Ranna Tarren, 39 anos de idade, Diretora do Departamento de Assuntos da Mulher de Kandahar e conhecida ativista dos direitos da mulher, decidiu protestar.

Esperança de "cambio" na Colômbia

“Depois da vitória eleitoral da direita no Chile e Panamá, da consolidação do golpe em Honduras e da derrota dos Kirchner na última eleição legislativa na Argentina, as forças progressistas e de esquerda da América Latina respiram esperançosas com a perspectiva de mudança na Colômbia, que elege no próximo dia 30 de maio seu novo presidente…”