A batalha, hoje, crucial, é a batalha da comunicação. Enquanto estivermos sob a hegemonia da Globo, ditando o ritmo, a regra, os valores, a verdade, não temos qualquer chance.
Jadson Oliveira
“A grande imprensa é uma grande empresa que se disfarça, mentindo para seus leitores e telespectadores, e tira onda de serviço público.
Quem fica vivo encontra infalivelmente no que morre a razão que o levou a morrer, um motivo, uma deficiência da qual ele próprio carece. “De que morreu?” “De câncer no pulmão”. “Fumava muito, não?” “Não”. “Não pode ser”. “Pois fique sabendo, ainda que você não fume, do mesmo jeito um bruto câncer pode atacar teu pulmão e tchau…”
Uma Justiça partidarizada condena Lula. E os brasileiros não se mexem para defender seus interesses e seu amado presidente. É a hora de ler ‘A Formação da Mentalidade Submissa”.
De qual “nova doutrina” se fala? Nas últimas sete décadas, o governo dos EUA, em nome da “liberdade”, pilhou as riquezas naturais da região, desestabilizou e invadiu países, promoveu e apoiou golpes de Estado, sustentou ditaduras antes militares, atualmente “brandas”
Muito além das campanhas do ódio, da antipolítica e do antilulismo: “Não é que se dê uma notícia falsa, mas sim que se produz informação fictícia para manipular a opinião pública”…
A direita tem uma hegemonia esmagadora nos meios tradicionais de comunicação de massa. E é majoritária, embora com disputa, nos digitais, cuja influência é crescente. A esquerda precisa não só da democratização da mídia, mas duma rede de informação contra-hegemônica.
A declaração é do presidente equatoriano Rafael Correa, na noite do domingo, quando os números oficiais já consolidavam a vitória de Lenín Moreno. Enquanto isso, o banqueiro Guillermo Lasso esperneava, com farta repercussão na mídia cúmplice.
É como menino rico, mimado e violento. Os equatorianos escolhem no domingo, dia 2, em segundo turno, seu novo presidente entre o ex-vice-presidente Lenín Moreno e o banqueiro Guillermo Lasso.








