Esses dias, recebi de Alder Júlio Ferreira Calado o seu livro “Florilégio de estrofes da poesia sertaneja”, lançado em 2009 pela Edições Buscas.
Entre o PowerPoint que omite nomes da direita e o público do BBB que rejeita os favoritos da produção, a emissora ensaia um reposicionamento comercial que ameaça o que ainda lhe resta de credibilidade jornalística.
Não há uma porta, não encontro a saída, /Neste quarto fechado que o medo inventou. /Sou náufraga em terra, na própria vida, /Gritando pro nada… que ninguém escutou.
Siempre supe enfrentar por mí mismo Todas las circunstancias de mi vida Las excepcionales y las cotidianas En todas, siempre hubo a mi lado Una mano amiga. Por eso confío. Sigo confiando. Como ayer Como…
Da guerra de EUA e Israel contra Irã a Portugal, o Estado moderno ocidental instrumentaliza a “libertação das mulheres” a serviço da guerra e da exclusão.
O sucesso técnico é inegável, e a emoção estampada nos rostos dos sertanejos ao verem a água chegar pela primeira vez é o selo de legitimidade mais poderoso que qualquer política pública pode almejar.
Ao completarmos o primeiro mês da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, o horizonte parece continuar sombrio, com poucas perspectivas positivas à vista.
“Gosto tanto dessa vidinha, não quero ir embora. Quisera que Deus me deixasse aqui mais um pouco”. E eu sempre te animando, dizendo que você iria ficar por muito tempo ainda por aqui.
A transição energética para fontes renováveis foi inicialmente recebida como a grande solução para a crise climática e a descarbonização da economia.








