“Ayrton Senna está chocado, abalado e revoltado com o que aconteceu, e escolheu o silêncio como forma de manifestar sua insatisfação. Senna não deu declarações depois do treino. Ele acha que os pilotos deveriam se unir para exigir mais segurança na Fórmula 1.”
Ele pressentiu. Sentiu. Previu o que aconteceria. Pagou com a vida pela falta de coletividade e pela irresponsabilidade de “dirigentes” da Fórmula 1.
Aliás, os mais novos se enganam ao pensar que Ayrton Senna era um ser humano qualquer. Abaixo, observe atentamente a cena. É inacreditável. É ele, um grande brasileiro, que sai correndo do carro em solidariedade a um colega.
Gustavo Barreto, 44, é jornalista com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ, com 16 anos de experiência em organismos internacionais. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira. Saiba mais: https://gustavobarreto.me
