O famoso mecanismo comunicativo da repetição não ajuda uma reflexão de qualidade.
Gustavo Barreto
Um massacre de proporções inimagináveis acaba de ocorrer no nordeste da Nigéria. Segundo as primeiras informações das agências de notícias, relatos de moradores que conseguiram escapar do massacre a 16 povoados ocorridos desde 3 de janeiro dão conta de que “há corpos demais para poder contar o número de mortos”.
O reino veio do céu; seu governo, suas leis, seu modo de vida, de pensamento e de adoração são aqueles do céu; a grande nação da qual os santos são cidadãos está agora centrada no…
Hoje, por contar com um pouco mais de tempo, li três matérias grandes da chamada “grande mídia”, a mídia que conta com gordas verbas governamentais para exercer sua liberdade de expressão.
O genocídio mais rápido de toda a Humanidade, Ruanda, é comumente visto como uma tragédia em que as nações de todo o mundo nada fizeram para evitar. Essa é a visão que interessa a muitos governos que forneceram armas e equipamentos para os assassinos – incluindo, conforme mostra uma reportagem do jornal israelense Haaretz, o governo de Israel. Em uma corte em Tel Aviv, um grupo de pessoas tenta obter documentação tida como sigilosa para apontar responsáveis.
O senador Cristovam Buarque afirmou no primeiro dia de 2015 que tem esperança no novo governo Dilma por este ter adotado o lema “Brasil: Pátria educadora”.
O Lula ganhou, finalmente o dia que Juvenal tanto esperava chegou e a emoção foi tamanha que acabou batendo no hospital durante o hino: 12 anos desacordado. Voltou, uma felicidade pra família, mas antes do abraço pediu o jornal.
Boa parte da esquerda brasileira – incluindo seus meios ideologizados amplamente presentes na Internet brasileira – está difundindo uma notícia de que Aécio Neves seria, segundo a própria revista-empresa do PSDB (a VEJA), o “pior” senador do Brasil.
A charge é de José Carlos de Brito e Cunha após Hermes da Fonseca assumir a presidência. A legenda: “Difícil missão!… São tantos a pedir queijo…”


