Papa por tempo determinado

Não gostaria de escrever muito sobre a saída do Papa. É muito assunto. Com muitas viscosidades e questões ainda em “esclarecimento”. Embora sob o teto da Cúria Romana pouca coisa vaze ou se esclareça. É um dado histórico da instituição. Os poucos e miseráveis detalhes que se fica sabendo leva-nos a elucubrações para desvendar o ocorrido por completo…

Adeus Museu/Casa do Índio

Não é necessário dizer que o Brasil não tem memória, ou qualquer respeito pelo passado e pelos que o construíram. Mas, o descaso que vem sendo praticado no Rio de Janeiro (local sede da Copa do Mundo e a sede da Olímpiadas) é mais do que falta de respeito. É algo programático. É um ato de intolerância, violência de proporções ditatoriais…

"Até aqui o senhor nos abençoou"

Recebemos a mensagem de que parte da cúpula católica havia sido reformulada. Melhor, entre os cardeais e arcebispos, havia ocorrido uma “dança de cadeiras”. A tônica da mensagem é de que houve a troca na presidência da Congregação para a Doutrina da Santa Fé, antiga cadeira da Santa Inquisição…

Opus-detetives versus autonomia universitária no Peru

Seguimos os debates que vem ocorrendo na Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP). Melhor, continuamos a repercutir os problemas que vêm causando a deliberação da cúpula católica, substanciada na Opus Dei, da deposição dos nomes “Pontifícia” e “Católica” da representativa universidade. No texto anterior, Opus Deu no que deu, pude indicar os últimos acontecimentos que vem sendo vividos especificamente no Perú, especificamente no universo cristão-católico…

Passagem de ida pra Miami

Já era tempo. Até que fim, somos saudados com uma notícia menos vergonhosa na mídia niteroiense. Felicitamos a boa nova! Ocorre que o clã Silveira não está mais apto de se reeleger na cidade. A notícia vem mediante o anúncio dos dados de insatisfação da população junto ao governo…

Ventos… trazem o carnaval

“Ai! É carnaval”. Ou melhor, o carnaval está começando. Após um dia de trabalho, atordoado pelo enredo de confusões e obrigações trabalhistas, a brisa que entra pela janela me desconcerta. É um sinal. Trás a alegria, mais parece ser um convite desfazendo o marasmo programado após um dia de trabalho…

Na lembrança, um bumba

Vão definhando no tempo. Morrendo junto ao descaso das autoridades. Mostrando que, para as políticas públicas do estado do Rio de Janeiro e da prefeitura de Niterói, a pobreza é caso de polícia/exército. Como já disse, nossos dirigentes seguem a mesma lógica do fascismo quando colocam pobres, sujos e desalojados sobre os cuidados da polícia. Afinal, como pensam os fascistas, pobreza é sinal de inferioridade. É prima do caos e da barbárie…